O antigo cassino da cidade, que cerrou as portas em 1946 - depois da proibição - , deu espaço (em 1957) para o Museu de Arte da Pampulha. O lugar foi o primeiro projeto do arquiteto Oscar Niemeyer para o Complexo Arquitetônico da Pampulha, e ficou conhecido como "Palácio de Cristal". Os jardins são de Burle Marx, e têm três esculturas de Ceschiatti, Zamoiski e José Pedrosa.
Em 1996, o local foi modernizado e ganhou novas salas de multimídia, biblioteca, café/bar, loja e infra-estrutura técnica para abrigar as obras. O MAP possui um acervo de 1.600 obras, dentre elas, mostras da arte contemporânea brasileira. Suas mostras enfocam tendências artísticas variadas.
Um dos destaques do acervo do Museu de Arte da Pampulha, MAP, são as obras de Guignard. Além delas, outras obras da arte brasileira podem ser vistas. A variedade estética e técnica de seu acervo reúne obras de inúmeros artistas plásticos como as gravuras de Oswaldo Goeldi, Fayga Ostrower e Anna Letycia; nomes do modernismo brasileiro como Di Cavalcanti, Livio Abramo, Bruno Giorgi e Ceschieatti; além de representantes da arte contemporânea como Antonio Dias, Frans Krajcberg, Ado Malagoli, Iberê Camargo, Tomie Ohtake, Ivan Serpa, Milton Dacosta, Alfredo Volpi, Franz Weissmann, entre outros.