Guia da Semana

"Uma hora e meia de risada"

Ator Paulo Coronato fala sobre a peça O Estrangeiro, inédita no Brasil

Por Douglas Brito



Paulo Coronato e Mariana Hein em cena da peça O Estrangeiro

Nesta sexta-feira, 1º de julho, estréia em São Paulo a peça O Estrangeiro, inédita no país. A montagem é a versão brasileira do premiado espetáculo The Foreigner, uma comédia moderna de Larry Shue apresentado em 2004 na Broadway.

Com personagens bem caracterizados, o texto traz reviravoltas surpreendentes, onde um visitante descobre, por acaso, importantes segredos ao passar um feriado numa hospedaria na Geórgia, Estados Unidos, fingindo ser um estrangeiro que não entende a língua local. Sob a direção de Alexandre Reinecke, Paulo Coronato é o reverendo David Marshall, que quer comprar a pousada de Betty Meek (Vera Mancini) com o dinheiro da herança de sua noiva Catherine Simms (Mariana Hein). O Guia da Semana conversou com ele. Confira a entrevista!

Por ser um roteiro estrangeiro, Coronato não sabia ao certo do que se tratava a peça. "Tinha notícia porque foi feito pela Broadway no ano passado, mas não conhecia o texto em si", justifica. Mesmo assim, foram precisos apenas 45 dias de ensaio para a montagem estar pronta.

Depois do final da novela Mulheres Apaixonadas - onde fez o Papel do taxista Cetano - o ator entrou numa verdadeira maratona de peças como, As Mentiras que Os Homens Contam, Arsênico e Alfazema, Os Sete Gatinhos e agora está em O Estrangeiro, após um convite do diretor Alexandre Reinecke. E ele parece bem interessado pelo roteiro, já que é só elogios. "O texto é primoroso, uma comédia divertida, mas que não é um besteirol e nem escrachada, além disso traz uma crítica por trás", comenta.

Com experiência no cinema - Boleiros, Era Uma Vez o Futebol (1998) no papel de Fabinho Guerra - e na televisão, o ator garante que prefere o teatro. "É difícil dizer, mas o teatro é mais gostoso de se trabalhar", revela. E quando perguntado sobre as diferenças entre Rio e São Paulo, Coronato não disfarça e mostra sua clara preferência pelos paulistas. "São Paulo é melhor para o teatro que o Rio, porque tem muitas opções e acho que essa peça tem mais a cara de São Paulo", diz.

Se mesmo assim você ainda não se animou para assistir à peça, o ator define o que a apresentação promete: "É sentar e ter uma hora e meia de risada. Você vai se divertir".

Atualizado em 6 Set 2011.

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