Guia da Semana

A família, um sistema vivo

Respeito, cumplicidade e amor são os ingredientes básicos para uma boa convivência familiar

Foto: Getty Images


A família é um sistema vivo, em contínua mudança e transformação. Os contextos mudam, os filhos crescem e os pais também, e cada um deve fazer a sua parte como elemento participativo do sistema família.

Como base, é fundamental um terreno de amor, afetividade, cumplicidade, intimidade e respeito entre os membros da família. Para isso, o comprometimento maior é inicialmente dos adultos. A comunicação e o diálogo são pontos fundamentais. Comunicar não só informações, mas emoções, sentimentos, energia.


Importante também é a flexibilidade em se colocar no lugar do outro, e ver a realidade com os seus olhos. A construção da realidade é diária e subjetiva. Ter um filho é uma grande responsabilidade. Ele chega com um "cartão da existência" para os pais: "estou aqui, cheguei, o que vocês me oferecem?". Começa então a missão dos pais de cuidar e de educar.


Os primeiros anos de vida são essenciais para mostrar aos filhos que são amados, protegidos e que podem contar com os pais, reforçando, assim, a autoestima e autoconfiança da criança. Essa relação inicial é a base para formar laços fortes entre pais e filhos e, consequentemente, a criação de uma família unida.

O efeito principal para as crianças é a criação de bases emocionais sólidas, para que possam construir a sua vida e se tornar mais preparadas para enfrentar com segurança o mundo externo, acreditando que a vida é para ser feliz e se realizar, e não para sofrer. Precisamos cuidar da família como um ser vivo, que precisa de cuidados, atenção, dedicação e amor, para sobreviver saudável e não se perder na solidão emocional. É preciso que cuidemos das relações, do coração e do espírito, e que alimentemos, além do corpo, a mente e a alma dos filhos.


Podemos nos preocupar menos com o supérfluo e o material, e mais com o tempo dedicado ao convívio, a ouvir, se conhecer mais profundamente. Muitas vezes o filho quer a presença dos pais e recebe um brinquedo, quer falar e ser ouvido e é ligada a TV, quer chorar e ser acolhido e é desqualificado.


No exemplo e na coerência de nós adultos, os nossos filhos se espelham, constroem o caráter, a identidade e a relação coma vida. Seria nosso dever permitir que os filhos possam falar em relação aos pais: por "culpa" deles... sou feliz!

Leia as colunas anteriores de Eduardo Shinyashiki

A meditação nas empresas

Planejamento consciente

Momentos de transformação


Quem é o colunista: uma pessoa curiosa e entusiasta que busca o aprimoramento da qualidade de vida para vencer desafios e alcançar a realização.

O que faz: Palestrante, consultor, escritor e especialista em desenvolvimento das competências de liderança e preparação de equipes.

Pecado gastronômico: Filé à parmegiana.

Melhor lugar do mundo: Brasil, minha casa .

O que está ouvindo no carro, rádio, mp3: Gosto muito de música em geral, em especial de MPB.

Fale com ele: contato@edushin.com.br.


 

Atualizado em 6 Set 2011.

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