Guia da Semana

Crianças e videogames

Não é porque eles são úteis no desenvolvimento da criança que devemos deixá-las horas a fio jogando - elas precisam também manter sua vida social

Foto: Getty Images


É fato: crianças gostam de videogames. E por que não gostariam, quando muitos de nós, adultos, também curtimos esta diversão?

Vivemos em um mundo tecnológico, de computadores, televisões e videogames; de jogos eletrônicos e muitos, muitos botões. Diante disso, torna-se impossível privar a criança dessas diversões. Como saber, porém, o que é saudável? Como colocar limites?

Quando falamos de jogos eletrônicos e crianças, existe uma enorme polêmica. Os estudos realizados não são claros e, se alguns contraindicam essa diversão, outros ressaltam as vantagens para o desenvolvimento do raciocínio. Bom senso torna-se, então, a principal arma dos pais.

Escolher bem os jogos aos quais a criança terá acesso é o primeiro passo. No geral, as embalagens vêm com a indicação de idade, que leva em conta o conteúdo dos jogos, o grau de dificuldade e as capacidades e habilidades de cada faixa etária, evitando-se o risco de gerar frustrações na criança.

Os jogos policiais, de luta e de guerra são a sensação, em especial entre os meninos. Através deles, a criança extravasa sua própria agressividade e a assimila, junto com a violência existente em nosso mundo. Fica o lembrete, porém, para mais uma vez atentar-se às indicações etárias, pois parte destes jogos tem conteúdo bastante realista, nem sempre próprio para qualquer idade.

Controle o tempo que a criança passa em frente ao videogame, se necessário com regras e acordos pré-estabelecidos. Embora, muitas vezes, seja prático deixar a criança jogando por horas enquanto se cuida de outros afazeres importantes, vale lembrar que crianças precisam de atividades físicas, de brincadeiras com outras crianças, de jogos e brinquedos que estimulem seu raciocínio, coordenação, emoção e sociabilização de maneiras diferentes.

Esteja presente e participe também desta atividade da vida de seu filho, fazendo destes momentos uma diversão para toda a família.

Leia a coluna anterior de Renata Peixoto:

Ciúme entre irmãos

Quem é a colunista: Psicóloga, com experiência em Educação Infantil e Recursos Humanos.

O que faz: Psicóloga da Consultoria Familiar Babá Ideal.

Pecado gastronômico: Petit gateau - irresistível!

Melhor lugar do mundo: Qualquer um - se estiver acompanhada das pessoas que amo.

O que está ouvindo no carro, iPod, mp3: MPB, rock, pop... tudo misturado...

Fale com ela: atendimento@babaideal.com.br


 

Atualizado em 6 Set 2011.

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