Guia da Semana
Cinema
Por Juliana Varella

9 Lições de vida que aprendemos com Bridget Jones

Personagem está de volta em "O Bebê de Bridget Jones", que estreia no dia 29.

Desde 2001, Bridget tem mostrado às mulheres que não é preciso ser perfeita (Foto: Divulgação)

15 anos atrás, uma moça de bochechas rosadas apareceu nos cinemas pela primeira vez, mostrando a vida comum e cheia de problemas de uma mulher de 30 anos, insatisfeita com seu peso, sua carreira e sua vida amorosa. Agora, essa mesma mulher – já íntima do público feminino – se prepara para ter seu primeiro filho, cujo pai ela não sabe quem é.

Em três filmes e três livros (com um quarto possivelmente a caminho), Bridget Jones revolucionou a forma como mulheres são retratadas no cinema e mostrou ao mundo que elas podem, sim, fazer tudo o que a indústria da beleza e do entretenimento diz que elas não devem, e ainda serem felizes e amadas.

Enquanto aguardamos a estreia de “O Bebê de Bridget Jones”, que chega aos cinemas no dia 29 de setembro, relembre 9 lições de vida que você aprendeu com Bridget:

1. Ter um diário é essencial para manter o foco na dieta (ou tentar)

Seja aos 30 ou aos 40, Bridget sempre manteve um diário para narrar suas desventuras amorosas, seus dilemas profissionais e – principalmente – suas metas de Ano Novo. Entre elas, entrar em forma e conquistar um grande amor sempre estiveram em pauta, e o diário ajudou a personagem a manter o foco em momentos de dúvida. É claro que ninguém é de ferro e, quando as coisas ficaram realmente ruins, o pote de sorvete e a garrafa de vinho tiveram que entrar em cena.

2. Não adianta tentar fazer a coisa certa o tempo todo: você vai errar do mesmo jeito

Um dos detalhes divertidos dos filmes da série é a forma como Bridget conversa com a própria consciência o tempo todo, tentando descobrir qual é a coisa certa a fazer em cada situação. Por mais que ela pense antes de agir, porém, sua natureza atrapalhada sempre acaba falando mais alto e ela não consegue deixar de passar vergonha. Quando isso acontece, ela mantém a cabeça erguida, inventa alguma desculpa ainda pior e sai de fininho.

3. Todo mundo precisa de um Daniel Cleaver em algum momento da vida

Daniel Cleaver (Hugh Grant) foi o chefe de Bridget no primeiro filme e teve seus casos com ela até o segundo. Típico mulherengo, ele elogiava suas saias curtas e a levava para viajar em carros conversíveis, paquerando a funcionária na empresa e oferecendo sexo descompromissado e ardente. Ela, é claro, sabia que ele não era um homem fiel, mas por que não aproveitar a oportunidade?

4. Mas amor verdadeiro envolve tricôs de renas e sopas azuis

Digam o que quiserem, Mark Darcy (Colin Firth) é o verdadeiro amor de Bridget Jones. Os dois se conheceram quando eram crianças, se reencontraram num Natal em família – ele usando um ridículo tricô de rena –, falaram muitas verdades um para o outro e, finalmente, dividiram um jantar desastroso na casa dela. A história não acabou por aí e, muitas aventuras depois, ele continuou ao seu lado, oficialmente ou não.

5. Por pior que seja a situação, a família sempre estará por perto

Os pais de Bridget não são os mais exemplares, mas a relação entre os três é totalmente transparente e cheia de amor. Quando os dois se separam, é com a filha que o pai vai se consolar. Quando ela fica sozinha, é a eles que ela pede conselhos. E, mesmo quando não concordam com algo que o outro faz, esses três sempre se ajudam.

6. E os amigos também

Amigo de verdade é aquele que fala algumas verdades dolorosas quando você precisa ouvir, que te ajuda a tomar decisões apontando os prós e contras de cada opção e que está disposto a se espremer num carro pequeno para uma viagem de fim de ano. Ah, e eles podem não estar fisicamente presentes o tempo todo, mas sempre estarão pensando em você.

7. Pense duas vezes antes de vestir aquela calcinha modeladora

Vestir a lingerie sexy para arrasar quando as coisas esquentarem ou usar a calcinha feia que vai aumentar exponencialmente as chances de as coisas esquentarem? Um dilema eternizado no cinema.

8. Seja você mesma. Sempre!

Não importa o que Bridget Jones faça, ela sempre fará de um jeito autêntico – e, por mais fora-dos-padrões que seja, é esse jeito que a leva a conquistar o emprego dos seus sonhos, ter amigos que a amam e ter sempre um par de pretendentes para brigarem pelo seu coração.

9. O tempo passa... Aceite e divirta-se.

Uma das críticas que “O Bebê de Bridget Jones” tem recebido tem a ver com a aparência de Renée Zellwegger, que recentemente abusou das cirurgias estéticas e apareceu com um rosto muito diferente do que os fãs estavam acostumados. Seja na realidade ou na ficção, porém, a verdade é que o tempo passa e as pessoas, com ou sem plástica, envelhecem. E não há sentido em tentar fingir uma idade que não se tem: no filme, Bridget e uma amiga vão a um festival de música e agem como adolescentes, mas é com um quarentão que ela se identifica. No trabalho, ela tenta agradar a uma nova chefe de vinte-e-poucos anos abandonando o que ela entende por jornalismo, mas é quando ela faz as coisas do seu jeito que a audiência cresce. Moral da história? A mesma do item 7: seja sempre você mesma, com a idade que for. E aproveite cada momento.


Por Juliana Varella

Atualizado em 21 Set 2016.

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