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Cinema
Por Redação Guia da Semana

Peter Pan

Versão em "live action" do livro de J.M. Barrie sobre o menino que não queria crescer e enfrenta o Capitão Gancho..

Peter Pan

Diretor: P. J. Hogan

País de origem: EUA

Ano de produção: 2003

Classificação: Livre

É difícil imaginar três irmãos que se divirtam juntos tanto quanto os Darlings. Wendy (Rachel Hurd-Wood) é a mais velha, uma adolescente, que entretém John e Michael com suas histórias. Mas a tia Millicent, sempre preocupada com "o que os outros vão pensar", quer interromper essa harmonia familiar: Wendy está ficando mocinha e deve passar menos tempo com os irmãos e mais tempo com ela, para aprender tudo o que uma jovem casadoira tem de saber. O cenário não é dos melhores, e por isso a visita de Peter Pan (Jeremy Sumpter), numa noite dessas, é mais que bem-vinda. O menino "seduz" a garota (sim, existe uma tensão romântica entre os dois) e seus irmãos e os leva para a Terra do Nunca, onde nunca vão ter de se preocupar com coisas de adultos, como crescer. Ou como sentimentos - que, mais tarde, terão um papel muito importante.

Lá, Wendy conhece os Meninos Perdidos, desperta ciúmes doentios de Sininho (Ludivine Sagnier) - quem diria, a fadinha tem um pé no lado negro da Força - e descobre que os piratas das histórias que contava eram de verdade, liderados pelo Capitão Gancho (Jason Isaacs - que, seguindo uma tradição do cinema e do teatro, também faz o papel de George Darling, pai de Wendy), inimigo mortal de Peter Pan. Os recém-chegados parecem uma boa isca para o pirata, que pretende usar Wendy e seus irmãos para atrair o menino que não cresce nunca e se vingar por ter perdido uma de suas mãos em uma luta contra Pan.

A história de Peter Pan, criada pelo escocês J.M. Barrie, está para completar 100 anos de palco (o livro foi escrito por Barrie apenas em 1911), e esta nova produção foge do tom de conto-de-fadas de versões anteriores (deixando de lado Hook, de Steven Spielberg, com um Pan crescido), e dá o que pensar. Além do romance meio sublimado entre Pan e Wendy, o enredo dá a entender que não crescer nunca pode ser divertido por algum tempo, mas a longo prazo não é uma boa escolha. Também é interessante ver como os Meninos Perdidos estão, no fundo, desesperados por ter ao lado uma família inteira, com pai e mãe. O filme foi rodado na Austrália, dirigido por P.J. Hogan (de O Casamento do Meu Melhor Amigo), e quem ficar para os créditos verá uma curiosidade: o longa é dedicado a Dodi Al-Fayed, namorado de Lady Di que morreu no acidente que matou a princesa, e filho do produtor-executivo do filme.

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