Guia da Semana
Esportes
Por Guilherme Schiff

Saiba quem são as favoritas do vôlei feminino para as Olimpíadas 2016

Brasil tem totais condições de sonhar com o tri olímpico.

Brasil e Estados Unidos são as favoritas para o ouro

O voleibol, ou simplesmente vôlei, é um dos esportes que mais geram expectativa de público nos Jogos Olímpicos. Inserido como esporte olímpico em 1964, se tornou um dos mais concorridos pelo público na hora de comprar ingressos.

No feminino, a primeira grande rivalidade foi entre o Japão e União Soviética. Nas cinco primeiras edições, foram três medalhas de ouro para as soviéticas e duas para as japonesas, com duas pratas para cada. Na década de 90, o predomínio de Cuba foi gigantesco: ouro em 1992, 1996 e 2000.

Depois de tanto insistir e profissionalizar o vôlei, o Brasil começou a fazer campanhas melhores na década de 90, até chegar à tão sonhada medalha de ouro em 2008 e repetir a façanha nas Olimpíadas de 2012, em Londres. O time, comandado por José Roberto Guimarães, segue como um dos favoritos.

O Guia da Semana listou as seleções favoritas para o voleibol feminino nos Jogos Olímpicos de 2016.Confira:

ESTADOS UNIDOS

As americanas chegam à Olimpíada após boas atuações e títulos em 2015. A responsabilidade de grande favoritismo pode atrapalhar as americanas na busca pelo primeiro ouro de sua história. No Grand Prix e Jogos Pan-Americanos de 2015, as americanas dividiram a seleção em dois, já que os eventos aconteceram na mesma época. O resultado deu certo: medalha de ouro nas duas competições. Karsta Lowe é a grande jogadora do time.

BRASIL

O sonho do tri olímpico em sequência é o combustível das meninas do treinador José Roberto Guimarães. O time sofreu uma pequena reformulação de 2012 para cá, mas ainda conta com jogadoras experientes como Dani Lins, Natália, Fernanda Garay e Jaqueline. Os jogos Pan-Americanos serviram como experiência para muitas jogadoras. O Brasil foi vice no Pan e ficou em 3º no Grand Prix, mas tem toda a chance de ganhar mais um ouro, agora em solo brasileiro.

RÚSSIA

Assim como a China, as russas são sempre difíceis de serem batidas. O vice campeonato do Grand Prix 2015 reforça isso. Com jogadoras altíssimas, destaque para Goroncheva, que foi eleita para a seleção do campeonato. Todo cuidado é pouco!


Por Guilherme Schiff

Atualizado em 21 Set 2015.

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