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Por Redação Guia da Semana

Jamaica pós-Marley

Ilha caribenha tenta encontrar um novo representante após a morte do rei do reggae.

Por Humberto Baraldi


Divulgação

Após a morte do rei do reggae Bob Marley, alguns artistas jamaicanos tentaram e ainda tentam assumir o seu posto. Exemplo disso foi o músico Peter Tosh (foto acima). Sucesso nos anos 80, o artista acabou "queimando" a sua imagem com atitudes duvidosas. Alguns acreditam que o cantor roubou uma canção de Joe Higgs e tomou para si uma casa que o guitarrista Keith Ricards havia lhe emprestado.

Uma outra opção para o trono haveria de ser o grupo Black Uhuru. Em 1980, a banda lançou Red, considerado um dos melhores álbuns da década. Mas uma briga interna destruiu as bases do conjunto.

Outro nome que se destacou foi o de Winston Foster, o Yellowman. Um dos clássicos da carreira foi King Yellowman de 1982. Mas, a partir de 1985, o reggae sofreu algumas modificações. Nasceu então o tal do dancehall e o raggamuffin. A nova fonte de expressão dos artistas da ilha criou moda. Os dreadlocks foram deixados de lado e o moderno passou a ser o estilo rapper. Frankie Paul, Barrington Levy (foto ao lado), Dennis Brown, Freddie McGregor e Gregory Isaacs aderiram o novo ritmo.

Após esta transformação, apareceu na Jamaica o reinado dos DJs, com Shabba Ranks. Graças a muitos preconceitos, o músico não fez muito sucesso, redescobriu novamente o movimento rastafari e o reggae. O país aguarda até hoje o surgimento de um novo representante, para a felicidade da família Marley.

Atualizado em 6 Set 2011.

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