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Viagens
Por Redação Guia da Semana

Nem só de praia vive Santos

Fotos: Belisa Frangione
Mosteiro no alto do Morro de São São Bento

Olá! Esta é a segunda e última parte sobre o meu rápido passeio por Santos. Claro que falar dessa cidade renderia muito mais do que duas colunas, porém, pela falta de tempo, não consegui passear por lá tanto quanto queria e deveria. Na minha última coluna falei sobre o Museu do Café. Mas mal sabia eu que outro bom café viria, como contarei mais à frente.

Quando saímos de lá, uma chuva fina e gelada insistia em cair sobre nossas cabeças e molhar as lentes das nossas câmeras. Mesmo assim, com todo o ânimo do mundo, afinal, nosso passeio quase nem havia começado, ficamos na Praça Mauá aguardando pelo famoso bonde turístico.

O veículo foi construído na década de 20 e teve suas peças de bronze e sistema elétrico totalmente recuperados. Há ainda a pretensão de expandir a linha através da restauração de outros carros. Para trazer uma atmosfera ainda mais nostálgica, seus condutores e cobradores vestem uniformes daquela época, com direito a quepe. Não sei quem mais foi fotografado, eles ou o bonde.



Durante o percurso de mais ou menos 2 km, a guia foi nos explicando as curiosidades da cidade, passando, entre outros locais, pelo Conjunto do Carmo, Pantheon dos Andradas, Paço Municipal, Casa da Frontaria Azulejada e Santuário Santo Antônio do Valongo.

Após o passeio, fomos almoçar. Fiquei sabendo que o restaurante só abriu por causa do nosso grupo e pelo jeito foi um bom negócio. Cerca de 60 pessoas famintas e com frio lotaram o lugar e deixaram a proprietária bem feliz. Tanto que ela nos deu um desconto no valor total.

Saindo do almoço, sentimos falta de explorar um pouco o famoso Pantheon dos Andradas. Então lá voltamos, preparando o flash de nossas máquinas fotográficas para tentar registrar alguma lembrança daquele local de tão grande importância histórica e tão ausente de luz.

O Pantheon foi idealizado em 1889 pelo religioso Dr. Eduardo Duarte e Silva, que queria um local mais adequado para sepultar os restos mortais de José Bonifácio de Andrada e Silva. A construção só teve início 32 anos depois e foi inaugurado em 7 de setembro de 1923, com o empenho, principalmente financeiro, do presidente Epitácio Pessoa e do governador de São Paulo, Washington Luiz. O projeto foi assinado pelo engenheiro Roberto Cochrane Simonsen.

A última parte do nosso passeio foi o passeio em outro bonde, o funicular, que nos leva ao morro do Monte Serrat. Algumas pessoas, com medo, preferiram ficar em terra firme.

Chegando lá em cima, além da vista privilegiadíssima da cidade, há uma lanchonete onde o capuccino é simplesmente perfeito. Una o útil ao agradável e tome uma xícara olhando a paisagem.

Bem, termino por aqui! Mas eu volto no próximo mês falando mais um pouco de Brasil!

Quem é a colunista: Belisa Frangione

O que faz: jornalista

Pecado gastronômico: comida japonesa e chocolate

Melhor lugar do Brasil: São Paulo

Fale com ela: [email protected]




Leia o início da viagem à Santos
? Café, cultura e alegria: isso é Santos

Atualizado em 6 Set 2011.

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