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Turismo
Por Redação Guia da Semana

No Paddock

Fomos até o circuito brasileiro de Fórmula 1 para sentir a adrenalina de pisar fundo no asfalto e explorar barreiras na terra.




11h17 - Dos bilhetes para os passeios ao charmoso autódromo, a grande estrela não poderia ser outra. A Ferrari F-430 já tinha todos os passeios agendados ainda no primeiro dia - isso apenas para uma volta como co-piloto. Apesar de um pouco de tristeza por não poder conhecer o veículo de Maranello, minhas expectativas ainda estavam altas ao saber que pilotaria o Stilo BlackMotion, com motor 1.8, 8 válvulas e 114 cavalos de potência com álcool (motor flex).  
 
12h - Ingresso na mão, agora está na hora de receber algumas instruções antes de entrar na pista, para não perder nenhuma curva, conhecer os sinalizadores espalhados no circuito que avisam o momento certo de reduzir, trocar marcha, ultrapassar e aproveitar melhor o evento.

13h08 - Dentro dos boxes, espero a autorização do segurança para entrar no carro. Liberada a entrada, touca de proteção na cabeça e capacete em mãos, caminho no pit-stop para o veículo e sou recebido por Dênis, mecânico que ficou de me passar algumas instruções da pista e do carro durante o trajeto. Após conhecer os principais comandos, posiciono-me junto à largada e, à espera da autorização do fiscal, já ouço o ronco dos motores.

Foto: Marcus Oliveira


13h13 - Dada à largada.

Os carros saem paralelo ao S do Senna e ganham a velocidade para entrar na Reta Oposta, onde sou obrigado a reduzir a velocidade e para fazer a curva. Seguindo o trajeto, entro na Descida do Lago, onde uso a tangência para escapar da outra zebra. Nesse momento, testo a potência do motor ultrapassando por dentro outro veículo. Fico confuso na hora de escolher a maneira trocar a marcha. Além da ausência do pedal da embreagem, posso usar o cambio normal (dualogic) ou no próprio volante, nas borboletas. Este último faz o motorista se sentir um piloto de F-1.
 
Na subidado Laranjinha, reduzo a marcha para a chamada curva de duas pernas, onde tangencio, deixo escapar um pouco e faço novamente o movimento, completando a curva. Chego na parte conhecida como Miolo, com as curvas do Pinheirinho (com inclinação da pista) e Bico de Papo, a mais lenta do autódromo - faço na segunda marcha. O sistema de freios ABS responde muito bem e, caso esqueça de reduzir a marcha, o carro faz automaticamente para mim.

Saindo pela Junção, sou ultrapassado por um carro da Stock Car (guiado por um piloto profissional) que está acima dos 200 km/h. Por motivos de segurança o meu não pode exceder 120 km/h, por isso, em muitos momentos o instrutor pede para reduzir.

Foto: Leonardo Filomeno


13h26 - Após sentir três voltas de pura adrenalina e diversão, saio do carro contente por ter, enfim, conhecido a pista antes vista somente pela TV ou em jogos eletrônicos. O meu melhor tempo, cerca de 3'30", pode ter ficado muito aquém do recordista do GP, Rubens Barrichello (que cravou 1'10"646 no treino de classificação de 2003), mas a experiência que tive , essa sim foi intraduzível.

 


Atualizado em 6 Set 2011.

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