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Por Redação Guia da Semana

O grande museu

Colunista esteve em Nova Iorque e não deixou de passar pelo American Museun of Natural History.

Foto: Arquivo Pessoal

Estive recentemente nos Estados Unidos e não perdi a oportunidade de visitar o American Museum of Natural History (AMNH), mundialmente conhecido como o maior e melhor museu do gênero no mundo. Se você assistiu ao filme Uma Noite no Museu, em que o personagem de Ben Stiller encara dinossauros e pedras que ganham vida, já deve fazer ideia do que estou falando. São mais de 32 milhões de itens em exposição, distribuídos em 25 prédios interligados, e que abrigam 46 salas de exposição permanente.

A primeira surpresa do AMNH, que ocupa quatro quarteirões de Nova Iorque, fica por conta do hall principal, na sala dos mamíferos africanos. Elefantes em tamanho natural fascinam qualquer um. E eles estão acompanhados por outros animais empalhados. É possível tirar fotos de leões, búfalos, gorilas e muitos outros. Não menos interessante é um modelo em tamanho real de uma baleia-azul suspensa. Ficar sob ela é uma sensação única.

Mas a atração principal do museu está no quarto andar. A exposição de dinossauros (são mais de 600 espécies!) encanta crianças e adultos. E olha que a maioria das coleções de fósseis de dinossauros e de mamíferos permanecem escondidos da vista pública. Mesmo assim é possível acompanhar a evolução dos vertebrados. Sem dúvida, o campeão de flashs é o Tiranossauro Rex, composto quase inteiramente de fósseis reais encontrados em 1902 e 1908.

O museu também abriga o planetário mais avançado do mundo, o Rose Center for Earth and Space. Sem dúvida, minha atração preferida do AMNH., já que é possível assistir a uma recriação do Big Bang em uma realidade virtual e um modelo da Via Láctea em 3D. O centro é uma reformulação do antigo Planetário Hayden, de 1935. O planetário foi inaugurado em 2000 e teve um custo de US$ 210 milhões (aproximadamente R$ 420 milhões). Para se ter ideia do seu investimento, a reforma do planetário do Parque do Ibirapuera, segundo a Prefeitura de São Paulo, custou R$ 11 milhões. Mais um bom motivo para não deixar de visitá-lo.

É claro que nem tudo são flores. O museu fica lotado aos finais de semana, sendo praticamente impossível tirar uma foto ao lado dos dinossauros. As crianças empolgadas e saltitantes não vão deixar você fazer uma foto exclusiva com o T-Rex. Para compensar (e enlouquecer os menos consumistas) dê uma passadinha em umas das lojinhas do museu, afinal, é sua grande chance de comprar um sanduíche de astronauta! De tão inútil, se torna irresistível.

Apesar do museu ter entrada sugerida de US$ 13 para adultos e US$ 7,50 para crianças, assim como em quase todos os museus de NY, é possível pagar quanto quiser. Fica a dica... pague apenas US$ 1! Se você quiser conhecer o planetário, não tem jeito: adultos US$ 22, estudantes US$ 17 e crianças US$ 13. Vá sem pressa, chegue cedo. Tenha certeza de que como bons norte-americanos, eles vão te expulsar de lá às 17:45 hs. E nem um minutinho a mais.

Para outras informações acesse www.amnh.org.

Quem é a colunista: Jornalista Ariana, com ascendente em leão. Meio caipira, meio urbana. Gosta de branco, de cavalo, de tulipa e de um bom livro.

O que faz: Observa tudo, para escrever depois. E fotografa, claro!.

Pecado Gastronômico: Sorvete de chocolate branco com calda de chocolate quente.

Melhor Lugar do Mundo: Ainda não encontrei...

Fale com ela: mari mailto:[email protected] ou acesse seu blog.


Atualizado em 6 Set 2011.

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