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Por Redação Guia da Semana

Os blocos - carnaval de Salvador

Conheça a história dos prinicipais blocos de Salvador.



Muquiranas, Filhos de Gandhy, Nana Banana. São muitos os blocos do carnaval baiano. O Guia da Semana selecionou alguns deles. Veja como surgiram:

As Kuviteiras
Fundado há 13 anos, originou-se quando um grupo de amigos do bairro da Liberdade resolveu se unir para formar um bloco de travestidos no qual mulheres e namoradas também pudessem brincar.

As Muquiranas
Em 1966, um grupo de amigos reunidos resolveram criar algo novo para a época: um bloco de homens fantasiados de mulher. A idéia agradou a todos e eles levaram-na adiante. O próximo passo foi a escolha do nome e, em seguida, ficou decidido que a cada ano seria escolhido um tema diferente. Com tudo pronto, eles foram para as ruas e fizeram o maior sucesso. No ano seguinte o número de participantes já era bem maior e até hoje continua crescendo.

As Safadilhas
Um grupo de rapazes moradores do bairro do Stiep, saíram para tomar uma cerveja gelada e depois de muita conversa, acabou surgindo mais um bloco de travestidos para brincar nas ruas de Salvador.

As Sapatonas
Folião inveterado de "As Muquiranas", Elias achou que estava na hora de deixar o bloco mas não queria sair da folia. Por isso, resolveu criar sua própria entidade carnavalesca. Durante uma rápida conversa com a sobrinha Renata, falou dos planos e a própria moça escolheu o nome do bloco.

As Vassouras
A turma de Carlos Maciel achou que dava para criar um bloco para curtir o Carnaval entre amigos. Depois de tudo acertado, acabou-se optando por levar para o reinado de Momo um bloco de travestidos. A brincadeira já dura 20 anos e mobiliza foliões do Alto das Pombas, no bairro da Federação.

Camaleão
Surgido em 1978 com o objetivo de tornar o Carnaval de Salvador mais organizado, o bloco ganhou o nome de Camaleão por sugestão do artista plástico Bel Borba, que quis prestar uma homenagem aos camaleões existentes na Praça da Piedade, em Salvador. Nele, já passaram nomes da música baiana como Carlinhos Brown e Luiz Caldas. A partir de 1990, o bloco firmou parceria com a banda Chiclete Com Banana que dura ate hoje.

Cerveja e Cia
Fundado em 1991, o bloco passou por uma mudança radical em 1998, acabando por não desfilar no Carnaval seguinte. Mesmo não desfilando, o grupo iniciou a implantação de diversas franquias em carnavais fora de época espalhados pelo Brasil, chegando a um total de sete.

Cheiro de Amor
O bloco surgiu em 1980 no bairro do Caminho de Areia. Seus componentes ofertavam rosas às mulheres na avenida durante o desfile, enquanto o carro principal lançava jatos de água perfumada. Inicialmente, os foliões vestiam macacões com cores do verão; depois, passaram a aderir à mortalha e atualmente ao abadá.

Cocobambu
A idéia partiu do cantor Durval Lélis, que resolveu juntar-se a três para formar um bloco alternativo ao som da banda Asa de Águia. O nome Cocobambu foi criado por ele, Pedrinho da Rocha e Marcelo Brasileiro, na casa em que funcionava a sede do Asa, que possui um bambuzal e vários coqueiros.

Coruja
Fundado em 1962, o bloco surgiu quando um grupo de jovens que havia desistido do bloco "Os Internacionais" reuniu-se na Igreja do Boqueirão, no bairro do Santo Antônio, e decidiu formar uma nova entidade. Inicialmente, o Coruja desfilava com fantasias, depois evoluiu para as mortalhas e as substituiu pelos abadás. A cantora Maria Bethânia durante vários anos era a madrinha do bloco e, por isso, desfilou várias vezes.

Crocodilo
Após a sua fundação em 1985, o bloco foi às ruas em 1987 e passou a ser um sucesso de público graças ao comando da cantora Daniela Mercury. A partir de 1996, a entidade deixou de desfilar no Campo Grande e passou a fazer parte exclusivamente do circuito Dodô (Barra/Ondina).

Eva
Fundado em 1980 por um grupo de estudantes secundaristas, do colégio Maristas de Salvador. Na época, eles organizavam festas na escola, comandavam o grêmio e se reuniam sempre no sítio dos pais de um deles na Estrada Velha do Aeroporto. Por isso, deram o nome de Eva à entidade, utilizando as iniciais da localidade do sítio.

Filhos de Gandhy
Fundado por estivadores em 18 de fevereiro de 1949, o afoxé vem sedimentando a sua posição no cenário cultural baiano como um dos mais legítimos representantes da tradição afro-brasileira, bem como portador de uma permanente mensagem de amor e paz, baseado no seu inspirador máximo, o pacifista hindu Mahatma Gandhy.

Internacionais (Interasa)
Enquanto a seleção brasileira de futebol comemorava a conquista do Bicampeonato Mundial de Futebol em 1962, surgia no carnaval baiano, no bairro do Santo Antônio, o bloco "Os Internacionais". Inicialmente o bloco só desfilava com homens, exibindo belas fantasias. Na década de 80, a entidade revelou para o Brasil a banda Chiclete com Banana, que hoje é uma das principais atrações da axé music. Já no início da década de 90, o bloco passou a ser misto, tendo como associados homens e mulheres. Nos últimos anos, o Internacionais fechou uma parceria com o cantor Durval Lélis e a banda Asa de Águia e adotou o nome fantasia "Interasa".

Me Abraça
Após o Carnaval de 1993, amigos e ex-sócios de uma grande entidade carnavalesca de Salvador, fundaram o clube carnavalesco Me Leva com Amor. Pelo fato de haver uma banda no interior do Estado com o mesmo nome, a entidade passou a se chamar Me Abraça, já em 1999, o bloco foi arrendado pela empresa Pau D´Arco Produções e pela cantora Ivete Sangalo.

Mel
O Mel surgiu num bate-papo de praia, em pleno verão baiano, depois da disputa de uma partida de futebol entre amigos. Idealizado em plena efervescência das festividades de fim de ano na Bahia.

Nana Banana
Fundado em 1993, o bloco surgiu para ser o alternativo da entidade Camaleão e sempre desfilou no circuito Dodô ( Barra/Ondina), na segunda e terça de Carnaval. O sucesso do Nana sob o comando da banda Chiclete com Banana fez com que o grupo se espalhasse por diversos lugares do Brasil, através dos Carnavais fora de época.

Olodum
Nasceu no Maciel/Pelourinho e foi criado por moradores da própria comunidade. A entidade saiu pela primeira vez em 1979, com o tema "Festa para o Nêgo de Oyó", tornando-se um dos mais antigos e tradicionais blocos de expressão africana do Carnaval. Atualmente, o grupo também promove ações na área da educação.

Os Mascarados
É chamado por seus integrantes de bloco da diferença, composto por pessoas que querem ser diferentes e que pensam diferente. Tem como propósito oferecer coreografias liberadas, pierrôs, columbinas e piratas.

Têtêtê Vitória
Bloco que surgiu para comemorar os 500 anos do Brasil e o cinqüentenário de invenção do trio elétrico, representa a união das duas maiores paixões do baiano: Carnaval e Futebol. Objetivando reunir o maior número de torcedores do Esporte Clube Vitória (torcida rubro-negra).

Timbalada
Lançado em novembro de 1994, saiu pela primeira vez no ano seguinte, na quinta, sexta-feira e no sábado - o que se repetiu em 1997. O bloco ficou conhecido por reunir figuras famosas do meio artístico e intelectuais, entre os mais diversos tipos de foliões de todo o Brasil.

Vulcão da Liberdade
O vulcão da Liberdade é um bloco carnavalesco considerado Afro-Pop, que tem como madrinha a cantora Daniela Mercury.

(*) Fonte site do Bahiatursa

Atualizado em 6 Set 2011.

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