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Por Redação Guia da Semana

Tem solução para o lixo eletrônico?

Com o avanço da tecnologia e a invenção cada vez mais rápida de novas versões para antigos produtos, o lixo tecnológico tornou-se um problema para o planeta. No Brasil são produzidas 500 mil toneladas de sucata eletrônica anualmente.



O seu atual celular está dando defeito e versões muito mais interessantes estão disponíveis no mercado a preços convidativos. O mesmo vale para o computador. Você ou seus conhecidos estão prestes a viajar para o exterior e certamente comprarão novos modelos a preço de banana.

 

Esses equipamentos, que em sua maioria são compostos de vidros, metais e plásticos se avolumam no planeta e demoram séculos para se decompor na natureza, além do que, seus poluentes afetam os solos e contaminam a água, pois têm substâncias perigosas em suas composições, tais como mercúrio, manganês, chumbo, cádmio e zinco.

 

Embalados nesse cenário, surge a questão: o que fazer com os eletrônicos que não usamos mais ou que vamos dispensar em breve?

 

Segundo a ONU, é necessário reciclar o que eles chamam de "e-lixo", entregando-os aos seus fabricantes em lojas e distribuidoras das marcas em questão, para que eles possam reaproveitar com consciência computadores obsoletos, impressoras, máquinas fotográficas, pilhas, baterias, CDs e DVDs.

 

A atitude de devolver o que não tem mais utilidade pra você ao produtor original evita que esta parcela de objetos fora de uso acabe nos aterros sanitários com o lixo das residências.

 

A maioria das pessoas não percebe, mas pesquisas indicam que cada brasileiro gera em média 2 kg de resíduo eletrônico por ano. Um exemplo assustador é o vidro, aquele pequeno visor do seu celular demora 1 milhão de anos para se decompor. Imagine o acúmulo de todos os visores espalhados pelo planeta?

 

Os metais, presentes na composição de todos os computadores, telefones móveis e câmeras, demoram mais de 100 anos para sumir da face da Terra.

 

Esses números, que parecem absurdos, servem para nos mostrar que é necessário praticar a reciclagem, principalmente por conta da rápida expansão das telecomunicações no País e do aumento da venda de produtos tecnológicos para as diversas classes sociais existentes.

 

Com a prática da reciclagem é possível conciliar o desenvolvimento tecnológico e sustentável. Como os celulares e demais produtos citados nessa reportagem não podem ser enviados ao lixo comum, a destinação se tornou um desafio para o consumidor e para a sociedade, já que o lixo eletrônico responde a 5% dos detritos gerados pela população mundial.

 

Você sabia que...

 

A cada bateria recarregável reciclada poupa-se a emissão de 70% de CO² na atmosfera e gera economia de 70% no consumo de energia nos processos.

 

A cada segundo, 23 celulares são fabricados no mundo.

 

20% dos celulares produzidos por ano ficam inativos.

 

Um milhão de computadores entram em desuso no Brasil todo ano.

 

Produtos fabricados com material reciclado não perdem a capacidade.

 

É possível enviar para a reciclagem um produto que já foi reciclado.

 

A Umicore, líder mundial em reciclagem de metais preciosos complexos, tira dúvidas dos consumidores nos e-mails: [email protected] e [email protected].

 

Se você tem um celular ou bateria Nokia quebrados e sem utilização, basta entregar em qualquer assistência técnica autorizada da marca para que o equipamento seja reciclado.

 

A MOTOROLA também tem um programa de reciclagem de baterias de celular usadas. Você pode entregar em qualquer autorizada que elas são levadas para uma cidade no Interior de São Paulo onde são acumuladas e depois transportadas para serem recicladas na Europa.

 

A CLARO aceita celulares e baterias para serem recicladas em qualquer uma de suas lojas ou agências autorizadas. Não importa o tipo de aparelho. O mesmo acontece com a TIM e a VIVO, que também aceitam o recebimento destes materiais em suas lojas.

 

Museu do Computador - Recebe computadores e seus componentes, impressoras, videogames, disquetes, softwares antigos, máquinas de calcular e outros eletroeletrônicos para compor o acervo e usar a sucata em oficinas de arte.

(11) 5521-3655 - (www.museudocomputador.com.br).

 

Casas André Luiz - Funciona em São Paulo. Aceita qualquer eletroeletrônico, esteja ou não funcionando, e recolhe gratuitamente em domicílio no prazo de 48 horas após a solicitação: 0800-773-4066. - (www.andreluiz.org.br).

 

Dell - O fabricante de computadores mantém dois programas: um de inclusão digital, que recebe micros usados e doa para centros comunitários (www.pensamentodigital.org.br) e outro que recebe PCs antigos da marca (www.dell.com.br).

 

HP - Coleta computadores usados da marca HP por meio de sua rede de distribuidores e revendas. Dos clientes corporativos, recebe cartuchos de toner de impressoras a laser para reciclagem.

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Atualizado em 6 Set 2011.

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