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Viagens
Por Redação Guia da Semana

Tudo em um só lugar - continuação

Costurados às tradições regionais, os Mercadões do Brasil atravessam o tempo e atraem turistas de todo o mundo.

Terra da festa



O Mercado Central de Fortalezaé tido como o maior do nordeste. A história do local começa em 1809, quando sua construção foi autorizada pela Câmara Municipal. Em 1814, as instalações foram demolidas e um novo prédio foi erguido, mas apenas em 1931 foram ocupadas por produtos de artesanato. Várias reformas foram realizadas, mas em 1975 o mercado foi totalmente modificado e reinaugurado, ocupando um espaço de 1.200 metros quadrados.

Nessa época, o turismo ganhou grande impulso e o Mercado Central se tornou uma atração da cidade. Com o aumento da demanda pelos produtos, um novo espaço foi concebido e em 1998 foi inaugurado o novo prédio do Mercado Central de Fortaleza projetado pelo arquiteto Luiz Fiúza. Assim ele abriga 553 boxes e 18 banheiros, distribuídos em 5 pavimentos, sendo um deles destinado a estacionamento. Os visitantes podem encontrar por lá artigos em couro como sandálias, sapatos, chapéus, bolsas e malas, rendas e bordados, camisetas, as famosas lembrancinhas, bijuterias, jóias em ouro e artigos para decoração. Além disso, os restaurantes oferecem comidas típicas nordestinas e os turistas podem encontrar as cachaças, licores, castanhas de caju, entre outros quitutes.

Longe do fogo



O Mercado Público de Florianópolis tem sua origem em barracas e quitandas construídas pelo governo da Capitania de Santa Catarina no fim do século XVIII. A história do local é um importante marco para a cidade. Depois de ser motivo de disputas políticas, a partir dele que foram criados o Partido Conservador, dos grandes comerciantes locais, e o Partido Liberal, que pertencia aos maçonicos e aos grupos associados na Sociedade Patriótica. Ambos lutaram para que o Mercado fosse construído em locais que fossem de seus interesses, até que o primeiro prédio foi construído em 1851 ao sul do Largo da Matriz, junto ao mar. Em 1899, o local foi transferido para a localização atual e mantém sua configuração desde 1932.

Indicado para quem pretende curtir desde uma tarde animada com samba e pagode ou apenas bater papo com os amigos, o prédio é composto de duas alas separadas por um vão central. No local acontece um variado comércio, principalmente de vestuário, alimentos, utensílios e artesanato. Lá o visitante pode também saborear os diversos pratos da gastronomia local, com destaque para a porção de camarão e de peixe frito. Em 2005 passou por um incêndio e precisou de uma reforma, hoje está em perfeitas condições.

Tradição



Devido as preocupações quanto as condições higiênicas na comercialização de alimentos na região, o Mercado Municipal Adolpho Lisboa teve sua construção iniciada em 1880. Com pavilhões feitos em estruturas de ferro, importados da Europa, o espaço foi construído de frente para o Rio Negro no período áureo da borracha, e inaugurado em 1883. A grande variedade de produtos é algo que impressiona os visitantes. No local é possível encontrar desde a cultura do povo amazonense que vai do artesanato às ervas medicinais, até relíquias arquitetônicas do Império e início da República, além de hábitos, costumes e tradições repassados ao longo de muitas gerações.

Formado por um galpão de aproximadamente 45 metros de comprimento, e 42 de largura, construído em estrutura de ferro, a estrutura chama muita atenção dos visitantes. Sustentada por 28 colunas, as salas laterais possuem vinte boxes, separados por grades de ferro, possuindo, cada um, balcões de madeira. O mercado não ganhava um reforma desde 1906 e atualmente está em obras.

Atualizado em 26 Set 2011.

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