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Por Redação Guia da Semana

Um passeio pela Champs-Elysées

Fotos: Belisa Frangione
Vista da Camps-Elysées

Sim! Estou de volta para prosseguir com a minha saga em busca de comida na Cidade-Luz. A procura ficou menos árdua quando descobri a famosa Champs-Elysées, considerada a Avenida Paulista parisiense. Enquanto tentava localizar um restaurante (com preço em conta, óbvio), fui me distraindo com a infinidade de lojas e com o visual de turistas advindos de várias partes do mundo. Como a temperatura girava em torno dos 36ºC, a maioria usava roupas curtas.

À medida que avançava meus passos, lojas e mais lojas. Muitas, de perfume e grifes. Mais modesta e classe média que sou, parei em frente à vitrine de uma loja de bugigangas e não resisti em comprar algumas coisinhas que denotassem a cidade. Já aprendi que o melhor preço a gente só consegue depois de muito procurar e pesquisar. Mas valeu a pena por me fazer esquecer a fome por alguns instantes.

Com uma pequena sacola, retomei minha andança por um almoço. Em todos os restaurantes que passava, eu ficava mais desanimada. Estavam lotados e pelo jeito a comida iria demorar bastante. Ainda mais se eu não tivesse um item no cardápio para apontar e me fazer entender. Realmente aquele lance da garrafa de água me traumatizou...

Andei por mais uns dez minutos e, para meu alívio, encontrei o símbolo de uma famosa rede de fast-food. Finalmente! Não iria degustar a requintada culinária francesa, mas valia o fato de eu matar minha fome com algo que eu conhecia de longa data. Quando cheguei mais perto, vi que minha alegria durou pouco. A lanchonete estava em reforma, mas setas indicavam que ela funcionava em outro local. E lá fui eu.

Quando cheguei ao tal local, para minha surpresa, a lanchonete funcionava no subterrâneo. Ao descer, pensei estar na Torre de Babel. Havia japoneses, africanos, muçulmanos, americanos e por aí vai. E claro, o cardápio também era diferente e eu sofri novamente para conseguir pedir algo.

Acabei de comer e fui dar mais algumas voltas. Cheguei ao belo Arco do Triunfo e em seguida, à Torre Eiffel. Já era quase 20h e a escuridão da noite parecia não querer chegar em um intenso dia de verão europeu.Meu espaço acabou! Mas volto em breve para terminar a parte parisiense da minha saga!





Quem é o colunista: Belisa Frangione

O que faz: estudante do quarto ano de jornalismo

Pecado gastronômico: comida japonesa e chocolate

Melhor lugar do Brasil: São Paulo

Fale com ela: [email protected]







Atualizado em 6 Set 2011.

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