King Kong

Remake do clássico da década de 30 mostra a descoberta de um macaco gigante que é levador para a cidade

  • Direção: Peter Jackson
  • Elenco: Adrien Brody, Naomi Watts, Jack Black
  • Nome Original: King Kong
  • Ano: 2005
  • Duração: 187 min
  • País: EUA/NZL
  • Classificação: 12 anos
  • Gênero: Aventura
  • Site Original: Visite
A atriz de teatro Ann Darrow (Naomi Watts) passa o tempo a divertir as pessoas enquanto se afunda na própria tristeza. A bela acaba sempre abandonada por todos que ama e duvida até mesmo da existência do amor. Como tantos outros nova-iorquinos na Grande Depressão, ela se depara com as portas fechadas do teatro em que trabalhava e fica sem meios de se sustentar. Até então, a única oportunidade que recebe é de um cabaré. Vagando pelas ruas de Manhattan, ela é acometida pela fome e rouba uma maça. Quem a salva da humilhação é o cineasta Carl Denham (Jack Black).

Denham vê em Darrow a salvação de seu próximo filme, que teve o patrocínio cancelado e que vai ditar o sucesso ou o fracasso de sua carreira. Na verdade, ele a convida para ser a atriz principal exclusivamente por ela ter o mesmo manequim da artista que caiu fora do elenco. Indecisa, ela aceita a proposta quando descobre que o roteirista do filme é o respeitado dramaturgo Jack Driscoll (Adrien Brody), por quem nutre um amor platônico.

Com uma equipe restrita ao casal de protagonistas, técnico de som, assistente de direção, câmera e Jack Driscoll, o diretor parte para a Ilha da Caverna, dizendo que o destino é Singapura. Ninguém nunca sobreviveu no território desconhecido, habitado por canibais, dinossauros e King Kong, o gorila gigante de 7,6 metros e 3,6 toneladas. Uma vez na ilha, difícil será sair de lá. Quando todos desembarcam na região rodeada de grandes rochas, é notável um clima hostil. Abordados por canibais, alguns conseguem escapar atirando balas para todo o lado.

Novamente a bordo e prontos para fugir, é Jack Driscoll que se dá conta da ausência de Ann Darrow. Para salvar a bela, todos se prontificam a voltar, sem imaginar os desafios que enfrentarão. A fúria de Kong não é nada perto de insetos gigantes, dinossauros e outras criaturas. Perto da atriz, Kong se revela com sentimentos maiores que sua monstruosidade e faz de tudo para protegê-la. Com isso, ele marca também o fim de uma hegemonia de mais de cem anos naquela ilha esquecida. O gigante é capturado e levado para Nova York, onde não resiste ficar longe da amada.

A concretização do remake do clássico de 1933 é o ápice do sonho de quase uma vida de Peter Jackson (Trilogia de O Senhor do Anéis). Quando tinha 12 anos, o cineasta começou a trabalhar na sua versão para King Kong. Ele usou uma miniatura de papel do Empire State Building, uma antiga estola, um lençol pintado com um cenário de Nova York e sua câmera Super 8. Hoje, a produção é uma das mais caras da história e custou cerca de US$ 207 milhões, parte até do salário de US$ 20 milhões de Jackson. Para se ter uma idéia, apenas para criar a magia do gigante foram necessário 450 artistas de efeitos visuais. O filme ganhou o Oscar 2006 em todas as categorias em que disputou: Efeitos Visuais, Edição de Som e Mixagem de Som.

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