Guia da Semana

5 Fatos que você não sabia sobre Vin Diesel

Ator de “Velozes e Furiosos” e “Riddick” tem coração mole, ama atuar e, acredite, é um nerd de carteirinha

Você pensou que sabia tudo sobre Vin Diesel? O ator e produtor da trilogia Riddick, famoso pela franquia Velozes e Furiosos e por trabalhar quase exclusivamente com filmes de ação, é discreto com sua vida pessoal e tem alguns lados que só verdadeiros fãs conhecem.

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Apadrinhado por Steven Spielberg no início de carreira (com uma ponta em O Resgate do Soldado Ryan), Diesel já escreveu o prefácio para um livro de RPG, fundou uma escola de cinema e até declarou que passou a achar seu personagem Riddick muito sombrio, depois de ser pai.

Quer saber mais? Confira a lista com cinco coisas que você não sabia sobre Vin Diesel:

Ele sempre foi geek 


Vin Diesel já era geek quando o termo ainda era sinônimo de bullying. Aliás, ele se tornou um verdadeiro herói para a classe quando admitiu publicamente que jogava Dungeons & Dragons desde a infância. Para quem duvida, Diesel ainda escreveu o prefácio para o livro comemorativo de 30 anos do jogo e mandou tatuar (com maquiagem) na barriga o nome “Melkor” durante a filmagem de Triplo X.

"Melkor” era um de seus personagens freqüentes, um caçador de bruxas. Uma das frases preferidas do ator para justificar a paixão é “jogar D&D foi um treinamento para nossas imaginações e uma oportunidade para explorar outras identidades”. 

Ele tem espírito empreendedor (e solidário)


Em 2002, Diesel fundou um estúdio exclusivamente para desenvolver videogames inspirados nos seus filmes, chamado Tigon, que não ficou muito conhecido. Já em 2006, deu início a um projeto bem mais ambicioso e fundou uma escola de cinema na República Dominicana, nos moldes dos cursos intensivos da Universidade de Nova York – onde seu padrasto Irving Vincent lecionava.

Um dos resultados do projeto foi o curta “Los Bandoleros”, cuja música-tema aparece numa cena de Velozes e Furiosos: Desafio Tóquio.

É um pai coruja


Quando a primeira filha de Vin Diesel nasceu, em 2008, o ator não avisou ninguém – nem mesmo seus colegas de trabalho. Ao invés disso, “escapou” do set para ver o nascimento e voltou ao trabalho logo depois. “Não queria minha filha chegando ao mundo com câmeras para todos os lados”, explicou mais tarde.

Recentemente, em coletiva sobre o terceiro filme da série Riddick, ele afirmou que estava arrependido de ter criado um personagem “tão sombrio”. “O que há dentro de Riddick é tão assustador que, agora que tenho crianças, uma parte de mim se sente culpada por ter tanta escuridão naquele personagem”.

Além da menina, Diesel tem mais dois filhos - a terceira, chamou de Paulinne em homenagem ao amigo Paul Walker, morto em 2013.

Tem dificuldade para guardar segredos

 

Muito antes de a Marvel anunciar o elenco de “Guardiões da Galáxia”, os fãs de Vin Diesel já sabiam que ele estaria no filme, e já tinham grandes pistas de quem ele interpretaria – no caso, a árvore (pouco) falante Groot.

Diesel tem uma relação muito próxima com o público nas redes sociais e adora compartilhar esse tipo de notícia, entre uma foto e outra.  Agora, as atenções estão todas voltadas para um suposto projeto da “fase 3” da Marvel, que Diesel descreveu como “uma união de marcas” e que seria lançado apenas em 2016. 

Trata o cinema de ação como arte


“Clark Gable teria feito uma sequência para ‘E O Vento Levou’ se tivesse uma página no Facebook.” – este foi um dos comentários de Diesel durante as entrevistas de Velozes e Furiosos 6, comentando a influência do público na franquia e tentando valorizar a série.

Pouco depois, o ator citou outro grande diretor para explicar como lida com suas trilogias: “Se você vai fazer uma sequência, deve fazê-la como Francis Ford Coppola: expandir a história, um filme afetando o outro”.  Filho de um professor de teatro, Diesel não é só um rostinho bonito com grandes bíceps – ele sabe o que faz e vive tentando colocar “algo a mais” nos filmes de ação. Seu ídolo é o diretor dos anos 50 Sidney Lumett, com quem trabalhou no policial “Sob Suspeita” (2006).

Atualizado em 1 Abr 2015.

Por Juliana Varella
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