Guia da Semana

Crítica: "Cidades de Papel" prova, mais uma vez, o potencial da literatura de John Green nas telonas

Filme segue a busca de um garoto obcecado pelo sumiço de sua vizinha

Você com certeza já se deparou com o nome de John Green entre um dos autores da literatura young adults mais vendidos de qualquer lista de prestígio. O sucesso não é à toa: com suas histórias, que chegam a soar ingênuas, Green consegue retratar a juventude atual dosando drama, sarcasmo e enredos originais para nenhum J. D. Salinger colocar defeito. Aproveitando-se do sucesso do escritor, cineastas e produtores viram em seus livros um grande potencial cinematográfico e, desde "A Culpa é das Estrelas" iniciou-se uma corrida para adaptá-los às telonas. A bola da vez é "Cidades de Papel" que, de best-seller promete integrar, também, o topo das bilheterias nas próximas semanas. 

O filme segue a trajetória dos adolescentes Quentin Jacobsen e sua enigmática vizinha Margo Roth Spiegelman, que de tanto gostar de mistérios, acabou tornando-se um. Margo conduz Quentin a uma noite inteira de aventuras e desaparece repentinamente, deixando pistas sobre o seu paradeiro.

Nessa busca, Quentin e seus amigos partem para uma aventura das mais empolgantes, repleta de humor e comoção. Afinal, para encontrar Margo, Quentin coloca-se em contato com uma compreensão mais profunda do que são amizade e amor verdadeiros. 

 

Depois de "A Culpa é das Estrelas", "Cidades de Papel" prova, mais uma vez, o potencial da literatura de John Green nos cinemas. É que suas desventuras encaixam-se como luva nas telonas, agradando não só os fãs do autor, como também o público em geral. O roteiro é inteligente, mostrando ingenuidade, ironia e suspense nas horas certas.

Completando o longa, a trilha sonora dá tom às cenas e o elenco brilha ainda mais quando os traços fortes da modelo Cara Deleningne aparecem na pele da personagem de Margo. Estreando em meio às férias de julho, "Cidades de Papel" chega na hora certa, propondo ao espectador uma deliciosa e empolgante comédia.

Atualizado em 9 Jul 2015.

Por Ricardo Archilha
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