Guia da Semana

Filho de peixe, peixinho é

A rotina de mãe e pai influencia nas opções alimentares dos filhos

Foto: Getty Images

Garanto que você já ouviu esta expressão, pois é muito comum a usarmos quando achamos os filhos parecidos com os pais fisicamente. As pesquisas comprovam que não é só na aparência, mas também no paladar que essa influência acontece.

Com a vida corrida dos pais e a opção pelo fast food nas refeições, tem levado os pequenos a dividirem o mal da obesidade e doenças de adultos junto com os pais. No futuro, logo em breve teremos graves problemas de saúde pública em relação à obesidade infantil.

Eu, desde já, me preocupo com isso apesar de ainda não ser mãe. Mudar de hábitos é sempre difícil no início e é necessário tempo e paciência. Quantas vezes já observei mães de pacientes meus oferecendo bolachas aos pequenos? Essa falsa praticidade pode ser sim uma opção muito cara para o futuro da criança. Por isso tudo o que escrevo aqui para você hoje também é e será um grande aprendizado para mim!

Como é difícil mudar! Para ajudar você veja algumas dicas:
- Mostre à criança que mudar de opção alimentar é legal. Faça as mudanças aos poucos, inserindo frutas ao invés de uma sobremesa calórica, por exemplo. Comece trocando os alimentos que oferecerão menos resistência para as mudanças;

- Sente com o seu filho e coma junto na hora das refeições sempre que puder. Perceber que a mudança na alimentação é familiar, o ajudará a aceitar melhor as novas opções de alimentos em casa;

- Fuja dos alimentos industrializados, principalmente aqueles que parecem inofensivos para o lanche da escola. Evite bolachas, salgadinhos, chocolates e refrigerantes. Esses alimentos prejudicam a saúde, não alimentam nutricionalmente aos pequenos;

- Ofereça opções de lazer para a criança em família. Faça passeios de bicicleta em parques, por exemplo. Garanto que será muito mais bacana ter um momento especial com o filhote longe da televisão que priva a comunicação familiar;

- Prepare os alimentos de forma divertida e disponha-os da mesma forma no prato da criança, percebendo as preferências dos pequenos.  Lembro de uma reportagem sobre a lancheira das crianças japonesas que, além de serem saudáveis, havia uma preocupação lúdica e de beleza na preparação da mesma e se a mãe não preparasse tudo direitinho, de quebra levava bronca da professora.

Leia as colunas anteriores de Denise Gurgel :

Boa Noite!

Demais...não!

Onde dormir melhor?

Quem é a colunista: Denise Gurgel.

O que faz: Fisioterapeuta atuante na área materno-infantil e especialista em shantala

Pecado gastronômico: Pães - todos os tipos, formas e sabores!

Melhor lugar do Brasil: Parece clichê, mas é a minha casa.

Fale com ela: contato@cursoshantala.com.br ou acesse seu site.

Atualizado em 1 Dez 2011.

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