Guia da Semana

Impor limites

Aqueles que são respeitados são os que se mostram de maneira confiante e segura. Gritar não resolve

Outro dia, lendo a revista O da Oprah Winfrey, me deparei com uma frase do Dr. Phil que me fez pensar. You teach people how you should be treated (Você ensina as pessoas como deve ser tratado). Ele estava respondendo a uma moça que não estava conseguindo colocar limites na própria mãe. Isso é uma verdade. Somos nós que temos de colocar limites para que os outros não ultrapassem nossas fronteiras.

As pessoas reclamam muito de não serem tratadas com respeito. Mas, se observarmos, elas mesmas não se respeitam. A pessoa que tem autorrespeito se coloca de uma maneira segura, sem gritos. Compare os professores que você tem. Quais são os mais respeitados pelos alunos? São aqueles que gritam? Ou são aqueles que, quando pedem um trabalho, levam em consideração as necessidades dos alunos? Qual professor vocês escutam mais, aqueles que se respeitam como profissionais? Não são esses que vocês respeitam?

Da mesma maneira, acontece com a relação entre amigos, namorados e namoradas. Se o outro não se respeita você, automaticamente, não o respeitará e não o levará a sério. Não pense que você conseguirá impor algum respeito ou colocar seus limites por meio de gritos.

Todos temos nossas prioridades em um determinado momento. Para atingirmos os nossos objetivos, precisamos ter metas. Considere como conjunto de metas o seu conjunto de prioridades.

Quanto ao sexo, ocorre da mesma maneira. As meninas usam muito o argumento de não fazer amor para que o menino ainda a respeite. O que ocorre é que, se ela fizer com alguém que não gosta, ela não irá se sentir bem no dia seguinte. O mesmo ocorre com os meninos.

Estamos colocando limites o tempo todo. Na vida profissional é a mesma coisa. No processo de seleção já começam os limites: muitas pessoas têm medo de estabelecer os horários de trabalho, salário ou habilidades para exercer determinada função. Depois de algum tempo, acabam saindo ou ficam frustrados com o novo emprego. Se ficamos frustrados, não temos entusiasmo e o resultado não será bom.

Faça uma pequena observação no seu grupo de amigos e veja quem mais se destaca. Veja como são aqueles seguros de si: não precisam gritar para chamarem a atenção. Pense bem e escreva em um papel o que é mais importante para você. Depois, coloque em prática. Você poderá sentir a diferença em pouco tempo. Lembre-se de que cabe a você mostrar aos outros como deve e merece ser tratado.    

Leia as colunas anteriores de Betina Serson:

A aparência importa tanto?

Sorte. Existe?

As princesas de hoje

 

 

 

Quem é a colunista: Betina Serson.

O que faz: Psicopedagoga.

Pecado gastronômico: Adorar chocolate.

Melhor lugar do mundo: Minha casa com chocolate e assistindo um DVD que eu gosto.

O que está ouvindo no carro, rádio, mp3: Musicas do Glee.

Fale com ela: betinaserson@yahoo.com

 

Atualizado em 10 Abr 2012.

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