Guia da Semana

12ª Residência Artística do Red Bull Station

Mostra apresenta trabalhos feitos por seis artistas durante dois meses de experimentação no centro da cidade

Este evento terminou

12ª Residência Artística do Red Bull Station

Data 02 Jul 2016-30 Jul 2016
De 2 a 30 de julho de 2016

Preço(s) Grátis

Horário(s) De terça à sexta, das 11h às 20h. Sábados, das 11h às 19h

Exposição: Instalação

Praça da Bandeira, 137, Centro 01007-020

A partir do próximo sábado, dia 2 de julho, às 14h, o público poderá conferir o resultado de dois meses de trabalho dos seis artistas que integraram a 12ª Residência Artística do Red Bull Station, no centro de São Paulo.

Carolina Cordeiro (MG), Giuliano Obici (PR), Janaína Miranda (DF), Raphael Escobar (SP) e os estrangeiros Anton Steenbock (Alemanha; vive no RJ) e Luca Forcucci (Suíça) apresentarão as obras e pesquisas realizadas desde maio no local.

O programa tem curadoria do uruguaio Fernando Velázquez e a mostra dos residentes ocupa as duas galerias (Transitória e Principal) e alguns dos ateliês do prédio. Para Velázquez, a ideia é do programa é abordar as artes visuais de uma forma ampla. "O encontro de artistas de diferentes trajetórias causa uma discussão interessante e levanta a discussão sobre o que é arte", diz Velázquez. "O impacto da cidade é bastante interessante."

Dois dos artistas trabalharam com a ideia dos rios que passam sob o prédio do Red Bull Station: o paranaense Giuliano Obici construiu uma instalação provocando uma "enchente" audiovisual com monitores. Já a mineira Carolina Cordeiro relaciona sua pesquisa sobre os rios do Norte do Brasil com os três rios paulistanos que formam o Anhangabaú.

O alemão Anton Steenbock exibe uma instalação representando uma empresa e uma mostra com artistas fictícios, enquanto Janaína Miranda (DF) mostra uma obra que explora a ideia de catalogação de objetos e pessoas.

O suíço Luca Forcucci mostra um manifesto, uma instalação sonora e performance que se conectam com sua pesquisa acerca do trabalho do poeta Blaise Cendrars, seu conterrâneo que fez um percurso pelo interior do Brasil ao lado de modernistas na década de 1920 - trajeto que Luca refez, em partes, nos últimos anos.

Já o paulistano Raphael Escobar desenvolveu, ao longo da residência, uma máquina de fazer cachaça ao estilo Maria Louca, bebida criada nas penitenciárias com processos elaborados de fermentação e destilação. A obra se conecta com sua pesquisa envolvendo técnicas utilizadas por populações marginalizadas.

Por Nathália Tourais
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