Guia da Semana

A história das horas

Instigante, o Museu do Relógio mostra a trajetória dos marcadores de tempo e seus diferentes modelos através de gerações

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A história das horas

Data 05 Nov 2010-31 Dez 2011
Segunda a sexta, somente com agendamento; abre todo 2º sábado de cada mês.

Preço(s) Gratuito.

Horário(s) Durante a semana, das 9h às 13h e 14h às 17h; aos sábados, das 9h às 17h.

Avenida Mofarrej, 840, Oeste 05311-000

Telefone (11) 3646-4000

Viajar no tempo não vai ser mais ficção científica nem mote de filmes do tipo blockbuster. Pelo menos quando se fala no Museu do Relógio, que fica na Vila Leopoldina e é um lugar surpreendente. Lá, os modelos antigos e novos contam a história do relógio e da contagem de horas. "Todos nós precisamos de um marcador de tempo", diz Bartira Romero, responsável pelo museu que funciona desde 1975 e está localizado dentro da Dimep, uma das primeiras empresas brasileiras a fabricar relógios de ponto.   Além dos relógios de parede e dos conhecidos cucos, lá estão expostas várias preciosidades e curiosidades. Um deles é o relógio-cafeteira, uma opção diferente para os que já se atrasam para sair da cama e ainda têm preguiça de fazer seu próprio café. "Ele desperta quando a xícara está cheia", explica Romero. Outro artefato inusitado é o relógio de barbearia: ele roda ao contrário - literalmente, no sentido anti-horário - e os números impressos estão invertidos: próprios para ver as horas através do espelho, local para onde os barbeiros mais olham - depois dos cabelos e barbas dos clientes. Foto: Divulgação/Museu do RelógioUm dos exemplares em exposição no Museu Um relógio muito apreciado na coleção de 700 peças do museu é o que pertenceu à segunda esposa de D.Pedro I, Amélia de Leuchtenberg. Mas não é esse o relógio mais antigo da coleção: o título vai para um exemplar de bolso de 1620. O interessante sobre ele, além da idade, é a ausência do ponteiro de segundos, fato relativamente comum para a época - já que não existia o hábito de marcar o tempo de maneira tão precisa.   Mas os anos se passaram e as necessidades das pessoas também mudaram. O museu conta com um exemplar de relógio atômico, desenvolvido por e para os cientistas, que usa a frequência ultraprecisa da vibração dos átomos para marcar horas, minutos, segundos, décimos, centésimos, milionésimos e outras unidades ainda menores de tempo. Foto: Divulgação/Museu do RelógioUm dos modelos mais antigos de relógio de ponto  E tempo o idealizador do museu teve de sobra para montar sua coleção. Tudo começou em 1950, quando o professor Dimas de Melo Pimenta, que também fundou a Dimep, adquiriu um relógio de bolso em uma viagem para a cidade paulista de Aparecida, a 170 km de São Paulo. "Ele foi um apaixonado por relógios e sempre esteve envolvido com a relojoaria", conta Bartira. A paixão por relógios era tanta que ele montou a primeira escola paulista de relojoaria, hoje desativada.    O museu é aberto para visitação durante a semana, das 9h às 17h, e a visita é feita somente com agendamento -fica dentro da fábrica da Dimep. Para quem não pode frequentá-lo durante a semana, abre todo segundo sábado do mês das 9h às 16h, com entrada aberta ao público. Em ambas as ocasiões, a entrada é gratuita. As visitas são monitoradas e a criançada recebe uma atenção especial: desenhos animados explicam e fazem comparações sobre os relógios e suas devidas épocas. Um lugar assiiim... uma Brastemp, para passar as horas vendo como as horas passam - ou passaram - ao longo dos séculos.

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