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Arte
Por Redação Guia da Semana

Avenged Sevenfold

A galera saiu suada de tanto pular. E gostaram do que viram e cantaram: um show vibrante, com muita luz e som pesado.

Foto: Divulgação/T4F


Pela terceira vez em São Paulo, a banda californiana Avenged Sevenfold voltou ao país. Desta vez, ela veio para divulgar o seu álbum mais recente, Nightmare. Marcado para as 20h, o show atrasou 30 minutos, o que só serviu para inflamar os mais de seis mil fãs que lotaram de ponta a ponta o Credicard Hall.

Quando a música ambiente cessou, as luzes se apagaram e a cortina se abriu, a iluminação azul tomou conta de todo o espaço, juntamente com o grito de "SEVENFOLD" que ecoou por toda a casa.

Os caras abriram o show com a música Nightmare, seguida por Critical Acclaim. O público fez seu papel: cantou e agitou em todas as músicas, do começo ao fim.

Umas três rodas de moshpit se formaram pela pista, e a galera não queria ficar parada. So Far Away e Afterlife deram sequência ao som pesado que tomou conta do ambiente e contagiou os presentes. A galera mostrou empolgação e agitação durante o show, mesmo com o exagero na quantidade de câmeras, celulares, pagers e o que mais a tecnologia nos proporciona pra gravar esses momentos especiais.

Esse show serviu também para apresentar ao público o novo baterista Arin Ilejay, que entrou no lugar do até então contratado Mike Portnoy (ex-Dream Theater). Ainda nas baquetas, foram prestadas pequenas homenagens ao baterista falecido Jimmy "The Rev" Sullivan durante o show. Por exemplo, em So Far Away, o vocalista Matt (M.Shadows) pediu para que todos cantassem a música de um modo que ele não escutasse a própria voz. Ele foi prontamente atendido.

Após a música Unholy Confessions, a banda se retirou do palco, fazendo aquele já conhecido suspense para o retorno do bis. Nesse espaço de tempo, até retornarem ao palco, a música Little Piece foi pedida por todos os fãs, mas não foram atendidos.

O Avenged fechou o show com Fiction e Save Me, em pouco mais de 1h30 de apresentação. Apesar do set list ser relativamente curto e com algumas canções faltando (na opinião de boa parte dos fãs), acho que todos saíram muito suados, com a alma completamente lavada.

O ponto negativo, novamente, fica para as pistas VIP. Pistas premium ou VIP já são um absurdo em shows grandes de estádio ou arena, mas agora também existe dentro de uma casa de show? Chega a ser cretino. Ainda espero que os produtores acabem com esse desrespeito!

Leia as colunas anteriores de Thiago de Oliveira:

Anti-Flag e This is a Standoff

StreetLight Manifesto no Brasil?

Rise Against no Brasil

Quem é o colunista: Thiago de Oliveira, Thiagones.

O que faz: Tecnólogo em informática/desenvolvimento de sistemas, e músico quando me é permitido.

Pecado Gastronômico: Massa, molho e queijo!


Melhor lugar do mundo: O Meu Quarto.

O que está ouvindo no carro, iPod, mp3: Matisyahu Novo (disco Light), Snowing, Farside, I Shot Cyrus e algumas barulheiras.

Fale com ele: [email protected]






Atualizado em 6 Set 2011.

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