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Arte
Por Redação Guia da Semana

Yellowcard

A animação da galera era visível. Todo mundo cantava e pulava sem cansar - isso animou até o vocalista.

Foto: Divulgação/My Space


Em sua segunda passagem pelo Brasil, a banda de pop punk Yellowcard não poderia esperar nada menos do que casa cheia. E assim foi.


O Carioca Club, em São Paulo, foi aberto para a entrada do público com atraso de 30 minutos, que aguardava ansiosamente e formava uma fila que já dobrava o quarteirão.

O evento começou com a banda de abertura Last Post que tem, em sua formação, duas figurinhas conhecidas da cena underground do rock paulistano: Zé, no vocal e no baixo (ex-Holly Tree , ex-Borderlines) e Paulo, na guitarra e no vocal (ex-Killi).

O som do grupo é basicamente um pop punk mais para o lado do pop-chiclete do que para o rock mais pesado, mas foi uma boa banda para a abertura do evento. Eles possuem apenas um EP, o 27 fotos. No show, eles até animaram um pouco a galera, mas era inegável o motivo da presença da massa ao local: Yellowcard.


Apesar do atraso na abertura da casa, o show começou quase na hora, exatamente às 19h40 - o horário divulgado era 19h30. Ryan Key (vocal, guitarra), Sean Mackin (com seu violino, que é talvez uma das marcas registradas da banda) e os outros integrantes foram tomando suas posições no palco, enquanto o público gritava muito alto. O palco, aliás, muito bem decorado com bandeiras do Brasil em alguns dos amplificadores.


O show começou com Denial e Way Away. A banda demonstrava bastante energia no palco e a galera embaixo correspondia 100%. Casa completamente lotada, com todos pulando juntos. Mais algumas músicas presentes no set list foram Fighting, Landing e Empty Apt.

Exatamente na metade do show, o vocalista Ryan pergunta para o público se eles estavam cansados. Recebeu a óbvia resposta de não. Ele avisa que era a hora do circle pit. Abriu-se uma roda de mosh pit enquanto tocavam a música 5 becomes 4.


A apresentação seguiu sem que ninguém perdesse o fôlego, com a banda e público na mesma sintonia. Algumas outras do set list: Lite The Sky, Only One e Ocean Avenue. O grupo voltou para fechar o show com o bis de mais três músicas, Hang You, Ocean e Lights And Sounds, com direito a stage dive do baterista no final. Mas, na apresentação, a galera pediu a música October Nights, que não foi atendido. Mesmo assim, tenho certeza de que todos os fãs presentes curtiram muito o show e, sem dúvida, a banda também. Prometeram, aliás, não demorar mais cinco anos para voltar ao Brasil. É só a galera ficar ligada!

Leia as colunas anteriores de Thiago de Oliveira:

Seaweed está de volta

Kyuss no Brasil

xTreme Noise Festival

Quem é o colunista: Thiago de Oliveira, Thiagones.

O que faz: Tecnólogo em informática/desenvolvimento de sistemas, e músico quando me é permitido.

Pecado Gastronômico: Massa, molho e queijo!


Melhor lugar do mundo: O Meu Quarto.

O que está ouvindo no carro, iPod, mp3: Matisyahu Novo (disco Light), Snowing, Farside, I Shot Cyrus e algumas barulheiras.

Fale com ele: [email protected]




Atualizado em 6 Set 2011.

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