Guia da Semana
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Por Marcus Oliveira

Bodas de Ana Botafogo

Com 35 anos de carreira e três décadas como bailarina do Municipal, Ana assume um desafio e dá dicas de programas em SP.

Ana Botafogo realiza apresentações de Marguerite e Armand, projeto inédito em sua carreira (Henrique Pontual)

Por Marcus Oliveira

Sucesso nos palcos brasileiros, Ana Botafogo é a referência quando se fala em dança no país. E tamanho reconhecimento não é à toa. Comemorando 35 anos de carreira e três décadas como primeira bailarina do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, encara um novo desafio.

Para celebrar a dupla comemoração, Ana escolheu Marguerite e Armand, uma versão de A Dama das Camélias, de Alexandre Dumas, com coreografia de Frederick Ashton, criada em 1963, especialmente para a bailarina inglesa Margot Fonteyn, uma das maiores de todos os tempos.

A turnê que marca os festejos chega a São Paulo, dias 24 e 25, no Teatro Alfa. E, em seguida, encontra seu lar definitivo, no Rio Janeiro, nos dias 1 e 2 de outubro, no Theatro Municipal. Ainda este ano, a atriz e bailarina segue em turnê nacional com o espetáculo.

Segura de si e em forma

A escolha veio bem a calhar. Ana decidiu pela obra, pois é inédita em seu currículo e nunca havia sido feita no Municipal do Rio. Além disso, a protagonista pede uma bailarina madura, pois exige um grau de interpretação e coreografias técnicas evoluídas, segundo a interprete.

Para esse projeto, Ana tinha, em média, cinco horas diárias de ensaio, durante três meses. E mesmo com um ritmo intenso de apresentações, Ana sabe que será invevitável pendurar as sapatilhas, mas não imagina quando. “Gostaria que o dia que eu fosse deixar de dançar, que fizesse isso dançando e feliz”, confessa.

A bailarina já se arriscou como atriz em novelas, como Páginas da Vida, de Manoel Carlos, mas não pretende se dedicar a carreira na telinha, pelo menos agora. “Posso ser uma atriz de 80 anos, mas não uma bailarina. Esse é meu momento de dançar, estou aproveitando enquanto meu corpo pode”, ilustra.

Dicas

Para os amantes da dança e até mesmo para quem não é fã do plié, Ana Botafogo dá dicas de onde apreciar bons espetáculos de dança. E, de quebra, indica restaurantes que costuma ir após suas apresentações e passeios imperdíveis na terra da garoa.

Alfa...
"Gosto muito da programação do Alfa e setembro é um mês recheado de danças. Várias companhias passam por lá, inclusive eu".


Quebra nozes...
"A Companhia de Dança Cisne Negro é uma tradição na capital, no fim do ano. É mágico e uma boa programação".


FAAP...
"Sempre há exposições interessantes no Museu, peças muito boas no Teatro e é uma boa pedida, sempre tem algo acontecendo".


Musicais...
"São Paulo está expert em musicais e gostaria muito de ir assistir As Bruxas de Eastwick, no Teatro Bradesco. Já soube que é muito boa e está sendo muito comentanda".


Depois das apresentações...
"A última vez que passei por São Paulo fui jantar no Spot. O espaço é bem interessante e as comidinhas por lá são muito gostosas".

Leia a entrevista exclusiva com a bailarina Ana Botafogo.


Por Marcus Oliveira

Atualizado em 10 Abr 2012.

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