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Arte
Por Redação Guia da Semana

Som na... caixinha

Descubra nesta mostra inusitada o que as caixinhas de música e os relógios de ponteiro têm em comum.

Este evento terminou

Som na... caixinha

Data 26 Abr 2011-26 Jun 2011
Diariamente.

Preço(s) Gratuito.

Horário(s) Segunda, das 11h às 20h; terça a domingo, das 10h às 20h.

Avenida Paulista, 1313, 01311-200

Telefone (11) 3146-7405

Já abriu uma caixinha de música para ver como funciona? Ou já teve a oportunidade de ver um relógio de ponteiro aberto, com suas polias e engrenagens? A mecânica de funcionamento - literalmente - é quase a mesma: a precisão das peças em se encaixar perfeitamente umas nas outras e fazer todo o sistema andar. Mas esse aparato todo não tem somente essas utilidades e é isso que a exposição A Arte na Mecânica do Movimento, em cartaz no Centro Cultural Fiesp, na Avenida Paulista, tem a mostrar até o dia 26 de junho. Uma associação quase que imediata é dos relógios mecânicos com a precisão suíça - e é de lá que vêm os marcadores de tempo mais conhecidos do mundo. Não à toa, os itens em exposição vêm de Sainte-Croix, uma cidadezinha da Suíça que é especializada na mecânica de precisão desde o século 18. A exposição tem três partes, chamadas de núcleos. A primeira mostra a história da fria Sainte-Croix - localizada em região de montanhas, os invernos são mesmo bastante rigorosos por lá - e como sua fama com a mecânica de precisão começou. Em seguida, as caixinhas de música, com seu mecanismo e a sua decoração, são as estrelas - e encantam os ouvidos hoje acostumados às batidas eletrônicas e outros sons menos agradáveis. Para terminar, os autômatos, robôs mecânicos que emitem sons: eles vão desde pássaros cantores a um pierrô que escreve cartas. As caixinhas de música são muito associadas às caixas de joias que nossas mães e avós tiveram, objetos que ainda despertam fascinação nas gerações mais recentes. Mas elas tiveram uma função muito mais nobre quando surgiram. "Foram elas que levaram a música para as casas", diz o curador e historiador Lucas Bittencourt Gouveia. Antes delas, a música só rolava quando alguém tocava piano. "Algumas caixas tinham um disco, que até podia ser tocado em um gramofone", explica. E tudo isso era à corda: nada de gasolina ou eletricidade para fazer tudo isso se movimentar. A ideia de trazer pela primeira vez ao Brasil essas maravilhas da mecânica veio da visita de Gouveia à Sainte-Croix. Com o contato que teve com as caixas de música e os autômatos, pensou em trazê-los para o calor dos trópicos. E esse mecanismo encanta justamente pela sua precisão. "Os objetos trazem a arte de depender somente da capacidade técnica e mecânica", explica. E, ao contrário do que se imagina, as caixinhas de música são fabricadas ainda hoje - a delicadeza da mecânica tem força sobre as cada vez mais incessantes inovações tecnológicas. Foto: Julia Moraes

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