Guia da Semana
Exposição
Por Amanda Matos

Ecos de 1968 – 50 Anos Depois

Exposições rememoram os acontecimentos de 1968 na rua Maria Antonia.

Foto: Divulgação (via assessoria de imprensa)

Este evento terminou

Ecos de 1968 – 50 Anos Depois

Preço Grátis

Data 02 Out 2018-28 Fev

Horário(s) Terça a domingo e feriados, das 10h às 18h

Endereço
Rua Maria Antônia, 294, Centro 01222-010

Telefone (11) 3255-7182

Entre 2 de outubro e 28 de fevereiro de 2019, o Centro Universitário Maria Antonia (Ceuma) recebe a série de eventos Ecos de 1968 – 50 Anos Depois, com o objetivo de rememorar os acontecimentos conhecidos como a Batalha da Maria Antonia.

Inaugurada em 2017, Re Vou Ver foi atualizada com fotos inéditas do fotógrafo Hiroto Yoshioka, estudante de arquitetura da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP em 1968. A mostra conta ainda com o documentário “A Batalha da Maria Antonia” (2014), de Renato Tapajós, além da reprodução de jornais e revistas da época e um totem com acesso ao site da Comissão da Verdade da USP.

Em parceria com o Instituto Vladimir Herzog, Re Ve Lando é composta de imagens de dois grandes fotojornalistas brasileiros: Luiz Humberto e Orlando Brito. A exposição reproduz músicas e informações que transportam o visitante para o contexto daquele momento permeando fotos marcantes de pessoas, lugares e fatos da época da ditadura a partir do olhar dos fotógrafos.

Já Camadas: narratividades visuais da violência, do Coletivo Lâmina, com curadoria de Ana Avelar, reúne objetos associados à tecnologia da imagem que se conjugam com fotos, produzindo uma instalação fotográfica imersiva. As imagens foram produzidas a partir das manifestações que ocorreram no país desde 2013, destacando não apenas a atuação impetuosa da polícia, mas também o uso da fotografia, por parte dela, para repressão dos manifestantes. O Coletivo Lâmina é formado por Gabriela De Laurentiis e João Mascaro, com curadoria de Ana Avelar.

O documentário conta com os testemunhos de Sérgio Mindlin, Maria Alice Machado, Maria Teresa Vargas, Ricardo Ohtake, Betty Chachamovitz, dentre outros.Os Fuzis da Dona Tereza Carrar traz uma exposição e um documentário produzidos pelo Teatro da USP (TUSP). São fotografias, materiais gráficos e entrevistas inéditas sobre as atividades do Teatro dos Universitários de São Paulo em 1968, destacando a importante montagem dirigida pelo artista multilinguagens Flávio Império que dirigiu o então grupo TUSP em Os Fuzis da Dona Tereza.

Alteração de foco 0118, de Diego Castro, traz imagens com conduções coercitivas em manifestações e conflitos populares, nas quais o artista visual intervém utilizando cores para problematizar os diferentes discursos dos veículos de comunicação.


Por Amanda Matos

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