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Por Redação Guia da Semana

Joia é cultura

Um curso relaciona os adornos com a História e mostra como eles são diretamente influenciados pelas diferentes épocas e povos.

Este evento terminou

Joia é cultura

Data 14 Fev 2011-31 Dez 2011
Terças e quintas.

Preço(s) R$ 200 a matrícula; quatro parcelas de R$ 350.

Horário(s) 3ª: das 14h às 17h; 5ª: das 20h às 23h.

Rua Fradique Coutinho, 1157, 05416-011

Telefone (11) 3816-0636

Joias não são somente um enfeite criado pelos homens para realçar determinadas partes do corpo ou para chamar a atenção de alguém. O universo joalheiro vai muito além disso e mostra que, sim, joia também faz parte da História e ajuda a contá-la. Um curso que é assiiim...uma Brastemp e que começa em março pode fazer você mudar de ideia e entender, enfim, o fascínio das pessoas pelas peças brilhantes: é o História em Joia, que acontece no Atelier Rodolfo Penteado, na Vila Madalena e começa no dia 17 de março. "Antes de fazer sua casa, o homem fez primeiro a joia, que servia para se comunicar com os deuses. Era como um amuleto, que pedia proteção e vida mais tranquila para eles", conta o próprio Rodolfo Penteado, um dos professores do curso. Os primeiros exemplares encontrados dos adornos têm cerca de sete milênios: há um colar feito de obsidiana (um material que vem da lava vulcânica), cuja idade é estimada em 6 mil anos. Ou seja: não é de hoje que os penduricalhos existem.Esse cinto, feito de turquesa, tem aproximadamente 4.000 anos O curso conta como a História modificou o conceito de joia e a mudança no seu significado. De amuleto para enfeite, o adorno teve seus formatos e usos radicalmente transformados nesses 70 séculos de vida e também pelas diferentes culturas onde ela surgiu. "Ela foi utilizada por reis e rainhas para demonstrar poder. Depois tem o aspecto religioso: o desenho passa a ser mais reto, voltado para a cruz. Mais tarde, quando a Igreja perde um pouco da sua força, as joias ficam mais profanas, mais coloridas, com mais brilho e balançam mais", explica. Um dos motivos que podem explicar seu fascínio nos humanos é a luminosidade que ela irradia. "Os mamíferos são atraídos pelo brilho. Isso é genético. Foi feito um experimento com chimpanzés: foram colocados objetos sem brilho perto deles, e eles não se interessaram. Mas eles se atraíram pelas joias", conta Penteado. Junte-se a isso a vontade de tornar-se mais atraente, e pronto: colares, pulseiras e brincos foram e sempre serão objetos de desejo e atração.Foto: Getty Images (capa); Divulgação Atelier Rodolfo Penteado

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