Guia da Semana
Shows
Por Redação Guia da Semana

40 anos de Queen

Há quatro décadas a voz de Freddie Mercury ecoava por vários continentes. Em 2011, exposição, filme, documentário e muita música, rememoram sua carreira a.

Um filme, previsto para 2012, deve retratar e vida e a obra de Freddie Mercury (Divulgação)

Por Marcus Oliveira

Para uns, a banda é lembrada em formaturas, na hora do clássico We Are The Champions, My Friends. Para outros, Love Of My Life acompanha na hora de subir ao altar. Já muitos os têm como uma verdadeira religião e afirmam que eles mudaram o cenário musical e nunca haverá nada melhor ou igual. 

O vocalista era excêntrico, a banda compunha, e a sintonia era perfeita. Um mais quieto, outro debochado, alguns polêmicos. Não há ao certo um perfil para definir estes ingleses que, entre 1973 e 1995, lançaram 15 álbuns em estúdio, arrastaram uma multidão de fãs por onde passaram e alcançaram o topo das paradas mundiais. Esse é o Queen, que comemora 40 anos de carreira em 2011.

Mas não somente o aniversário será lembrado. Outra data também marca a história do quarteto. Em 5 de setembro, Farrokh Bulsara, ou simplesmente Freddie Mercury, comemoraria 65 anos. Em 24 de novembro de 1991, aos 45 anos, ele se foi e deixou um legado de fãs órfãos.

Freddie entrou para história da música em 1970, quando integrou o grupo Smile, formado pelo guitarrista Brian May e o bateirista Roger Taylor. Em seguida, a banda registrou o nome Queen e em 1971, com a entrada do baixista John Deacon, o quarteto se formou.

Para celebrar a data, eventos e homenagens não faltam. Os fãs que se preparem. Relançamentos de álbuns, produção de uma cinebiografia, documentários inéditos e até mesmo uma exposição em um galpão na terra natal dos caras estão nos planos dos aficionados, e também empresários, que desejam fazer sua ode ao quarteto.

Na vitrola

Referência no rock, o Queen tornou-se febre nos anos 70 e 80 e vendeu mais de 400 milhões de cópias no mundo. Freddie Mercury, Brian May, Roger Taylor e John Deacon são hoje considerados o suprassumo do estilo por críticos, que na época os taxavam de bregas. Após permanecerem por mais de 37 anos na mesma gravadora (EMI), em 2011, assinaram um novo contrato, dessa vez com a Universal Music.

Como parte da comemoração dos 40 anos, a nova responsável pelo registro fonográfico do quarteto relança em 2011 os 15 álbuns de estúdio, com a formação original. Os cinco últimos álbuns foram relançados em 5 de setembro, de acordo com o site da revista britânica NME, data em que o vocalista da banda completaria 65 anos.

Os ingleses introduziram uma grande marca no gênero e foram um dos precursores no quesito videoclipe de rock. Clássicos como I Want to Break Free mostram que os caras eram realmente diferentes de seus grandes concorrentes diretos na época, os pintados do Kiss, e tinham personalidade forte - e muito senso de humor.

Na telona e na telinha

Nas homenagens das Bodas de Rubi do quarteto, os registros de imagem não poderiam ser deixados de lado. O guitarrista Brian May e o baterista Roger Taylor recentemente anunciaram na internet que esse ano haverá uma adaptação para as telonas do musical We Will Rock You. O projeto ainda está em fase de desenvolvimento e pretende contar com a ajuda do famoso roteirista Peter Morgan, que também irá participar de outra investida dos músicos: a cinebiografia do vocalista Freddie Mercury.

O longa já gera uma grande expectativa entre os fãs da banda e pretende chegar aos cinemas no segundo semestre de 2012. O responsável por viver o astro no filme é o ator Sacha Baron Cohen, famoso pelos longas Borat e Bruno e também por se envolver em polêmicas, assim como Freddie.

O enredo acompanhará desde a formação do Queen até o histórico show Live Aid, realizado estádio de Wembley, em Londres, em 1985. O longa não deverá retratar o fim da vida de Mercury. Ainda para homenageá-los, a emissora britânica BBC prepara um documentário inédito.

Na arte

O vocalista sempre teve um gosto apurado pela arte. Uma das grandes paixões de Freddie era a ópera. Tanto que logo introduziu a banda sua empatia pelo gênero, no primeiro single Killer Queen (1974), onde tocava piano.

Como forma de homenagear o grupo e o gosto refinado do vocal, um galpão em Londres abrigou a exposição interativa e gratuita do quarteto: Stormtroopers in stilettos: The early years.

Em cartaz na capital londrina entre 25 de fevereiro a 12 de março, agora percorre as principais cidades do mundo e rumores afirmam que chegará ao Brasil, mas não há confirmação. 

Nela, os cinco primeiros anos da banda e a evolução dos integrantes deixam fãs, admiradores e até quem não conhece bem a banda mais próximos ao quarteto. Salas temáticas, áudio de arquivo pessoal, roupas usadas em apresentações e shows, além de objetos que fizeram parte da história do Queen, surgem por meio de vídeos, gravações, rabiscos de letras de músicas, LPs e muito mais. Grande parte das imagens exibidas veio do arquivo pessoal do próprio guitarrista Brian May.


Atualizado em 2 Dez 2011.

Mais notícias

Rock in Rio 2019: venda dos ingressos para público geral começa nesta quinta-feira, 11 de abril; saiba mais!

Shows

Tudo que você precisa saber para curtir o Lollapalooza 2019

Shows

Lollapalooza Brasil 2019: dicas preciosas para curtir o festival ao máximo

Shows

Sandy e Junior anunciam mais dois shows extras em São Paulo em Outubro; saiba mais!

Shows

Álbum "Kisses", da Anitta, é divulgado; Assista a todos os clipes – e entenda cada um deles

Shows

Mais de 12 shows imperdíveis em São Paulo em abril de 2019

Shows