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Por Redação Guia da Semana

A banda da união

Integrantes do Funk Como Le Gusta falam sobre o novo trabalho..

Por Gabriela Agustini



Um projeto para a música. Assim os integrantes da big band paulistana Funk Como Le Gusta definem a conceituada banda de samba-rock. Em entrevista ao Guia da Semana, os integrantes falam sobre o surgimento da banda, as saídas da cantora Paula Lima e do produtor e guitarrista Bid, e é claro, sobre o novo trabalho da banda, o recém-lançado FCLG.
O Funk Como Le Gusta é formado por: Sérgio Bártolo (baixo), Emerson Villani (guitarras e vocais), Juliano Papi (teclados e vocais), Kuki Storlaski (bateria), James Muller (percussão), Kito Siqueira (sax), Reginaldo 16 (vocais e trompete), Marcelo Cotarelli (trompete), Tiquinho (trombone) e Hugo Hori (sax tenor e flauta).


Guia da Semana: O Funk Como Le Gusta tem hoje 10 integrantes, mas, já chegou a ter doze. Como essa big band se formou?
Sérgio Bártolo:
Há uns anos atrás o cenário musical tava muito parado. A gente queria tocar, mas não tinha lugar. Decidimos, então, fazer jams em um bar chamado Glitter. A gente chegava lá e tocava qualquer coisa, o que estivéssemos a fim mesmo. Paramos para pensar no porque não fazer isso como uma banda de verdade. Formamos a banda e passamos a convidar pessoas legais para tocarem com a gente. Mandamos o material e os artistas se interessaram. Nessa, veio a Fernanda Abreu, Sandra de Sá, Daúde, DJ Marky e muitos outros.

Guia da Semana: E cada integrante do Funk tem um projeto paralelo, outra banda. Como vocês fazem para conciliar? Vocês acham que essa é uma maneira de fazer um som mais independente? De não ter que ser tão comerciais e se "vender" às rádios?

Kito Siqueira:
A gente faz o som que gosta, o som em que acreditamos. Não montamos a banda pensando em fazer sucesso, em dar certo. Não estamos preocupados com isso. É uma banda que a gente quer que dê certo...
Sérgio Bártolo: Hoje em dia é muito rico também o trabalho paralelo. Ele tem várias funções, uma delas é ter outras fontes de renda, o que é bem legal. Outra é que ele contribui bastante para a banda. Às vezes é complicado, é claro, um ou outro tem que faltar em um show, em compromissos... Mas, a gente tenta priorizar o Funk.

Continua...

Atualizado em 6 Set 2011.

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