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Por Redação Guia da Semana

A história do rock

Um ritmo contagiante, que reúne pessoas de todas as idades e tribos, com músicas que serão sempre lembradas. Esse é o rock.

O rock mudou junto com a história, desde Elvis Presley a The Strokes

Junte guitarra, contrabaixo e bateria, e toque do jeito que você achar mais legal. Foi mais ou menos desse jeito que o rock surgiu e reúne multidões até hoje: ele é um dos únicos gêneros musicais que conseguem reunir, no mesmo show, avôs e netos, lado a lado. Afinal, falar de amor, protesto, vida e festa não tem tempo nem idade. Como se não bastasse essa popularidade toda, do rock surgiram dezenas de vertentes, como o heavy metal, o thrash metal, o hard rock, o glam rocke por aí vai.

E pensar que tudo começou com o blues, country e o rhythm and blues, nos Estados Unidos. Sim, são as mesmas raízes do pop, mas com uma diferença: a pegada já era mais rápida, o som da guitarra, mais nítido e a batida, mais forte. Não poderia ser diferente: o som que saía dava para dançar e cantar a plenos pulmões: estava formado o rock and roll, que tem em Elvis Presley seu grande e eterno rei, além de ser praticamente o disseminador do ritmo. E são muitos os sucessos: Jailhouse Rock, Blue Suede Shoes, Love me tender, Tutti Frutti, King Creole e páginas e mais páginas de internet dedicadas a ele. 

Outro ícone do rock, sem sombra de dúvida, são Os Beatles, o grupo britânico que arrastava milhões de pessoas em todo o mundo para onde quer que fosse. O quarteto formado por Ringo Starr, John Lennon, Paul McCartney e George Harrison foi responsável por alguns dos maiores sucessos do rock ever, como Yellow Submarine, Love Me Do, Twist and Shout, Help! e tantos outros master sucessos que são entoados como hinos por pessoas de todas as idades.

Foi na Inglaterra, aliás, que o rock começou a tomar outros rumos. Afinal, por ser um ritmo tão democrático, novas batidas, propostas e instrumentos diferentes foram acrescentados e, aos poucos, o rock and roll dançante passou a ter outras pegadas, cujas melodias e riffs deixaram o som com uma cara mais contemplativa, de ouvir e cantar, do que de se esbaldar na pista. Aí o gênero passou a se chamar somente rock, que é como o chamamos hoje.

E como esse gênero se adapta. Das garagens das casas surgia o garage rock - e é dele, aliás, que vem a grande maioria das bandas que conhecemos hoje e fazem sucesso. E os grupos passaram a usar outros instrumentos e também dar um novo som aos velhos e bons contrabaixo, guitarra e bateria. Daí vieram as vertentes de rock progressivo, glam, punk, heavy metal, grunge, indie e vários outros. 

Além de ser democrático, o rock também é atemporal. Desde The Doors, com a sua Light my Fire, Led Zeppelin e a sua Stairway to Heaven, Pink Floyd e a entoadíssima Another Brick in the Wall, até nomes mais recentes e igualmente famosos, como Nirvana e a Come as you are, The Strokes e a Last Nite, Slipknot e Before I forget, Metallica e a Nothing Else Matters, Red Hot Chili Peppers, com Californication e System of a Down e a Lonely Day, a lista vai longe. Isso mostra o quanto o rock sempre pode surpreender, consegue reunir a galera toda para uma série de shows inesquecíveis que só o Rock in Rio pode trazer. 

 


Atualizado em 15 Set 2011.

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