Guia da Semana
Shows
Por Anderson Nascimento

Atrações do Planeta Terra 2011

Conheça a história das bandas que tocam no Planeta Terra 2011.

O Strokes é a grande atração do Planeta Terra 2011 (Divulgação)

A grande atração do Planeta Terra 2011 é o The Strokes. O grupo nova yorkino que lançou seu primeiro disco, Is This It, há exatos dez anos, é unanimidade entre o público do festival. 

A banda, liderada por Julian Casablancas, que arranca suspiros das garotas ao subir no palco, tem uma pitada brasileira. Fabrizio Moretti, o baterista, nasceu no Rio de Janeiro e foi criado nos EUA. Inclusive, todos os integrantes do grupo arranham no português, por influência de Moretti.

Como o melhor fica pro final, os Strokes vão encerrar o festival – a previsão é que entrem à 1h30, no Palco Sonora Main Stage. Há vários bons motivos pra você esperar e ver o show: Is This It trouxe clássicos como “Last Nite”, “The Modern Age” e “Hard to Explain”, músicas que levam o público à loucura.

Também devem pintar a ótima “Reptilia”, do disco Room on Fire; e “You Only Live Once”, de First Impressions of Earth; e “Under Cover of Darkness”, de Angles, que interrompeu um hiato de cinco anos sem inéditas.

Outro nome de peso que compõe o line-up do Planeta Terra 2011 é o Beady Eye, grupo
criado pelo encrenqueiro Liam Gallagher após o fim do Oasis, em 2009. O disco de
estreia dos caras, Different Gear, Still Speeding, foi lançado este ano e já rendeu à banda excursões por diversos festivais de música de todo o mundo.

Sem o perfeccionismo de Noel, o novo grupo de Liam traz ao festival o lado mais roqueiro, folgado e cru dos irmãos Gallagher. Liam é a estrela solo no palco, ao lado de outros dois ex-integrantes do Oasis: o guitarrista Gem Archer e o baixista Andy Bell.

Nascido na segunda metade dos anos 1990, o Interpol também merece destaque entre os headliners do Planeta. A banda de Nova York, que lançou seu quarto álbum, Interpol, em 2010, vem para apresentar seu som que remete às bandas do pós-punk, como o Joy Division. Aguarde a apresentação da clássica “PDA”, do disco Turn on the Bright Lights (2002), e a famosíssima “Slow Hands”, de Antics (2004).

O Bombay Bicycle Club, grupo britânico que lançou seu primeiro disco, I Had the Blues But I Shook Them Loose, em 2009, e de lá pra cá já gravou mais dois álbuns (Flaws, de 2010; e A Different Kind of Fix, que chegou às lojas em agosto deste ano e foi muito elogiado pela crítica especializada), traz seu indie/folk bonitinho ao público do Planeta Terra.

Toro Y Moi, projeto capitaneado pelo californiano Chazwick Bundick, também é atração confirmada. O som do “grupo de um homem só” tem pegada meio indie dançante/psicodélico. Ele chega ao Terra embalado pelo seu elogiado segundo álbum, Underneath The Pine, que chegou às lojas no início deste ano.

O White Lies vem com sua formação original, o trio Harry McVeigh (vocal e guitarra), Charles Cave (baixo) e Jack Lawrence-Brown (bateria). Mas para os shows, os caras recorrem ao apoio de Tommy Bowen (teclado) e Rob Lee (guitarra). 

O coletivo musical Broken Social Scene já teve entre seus integrantes a cantora
canadense (e musa indie) Feist. Os músicos da banda costumam ter outros projetos e
o número de integrantes em seus shows pode variar entre seis e dezenove membros. O
último disco do grupo, Forgiveness Rock Record, é de 2010.

O Goldfrapp, nascido em Londres no final dos anos 1990 e formado por Alison
Goldfrapp e Will Gregory, traz ao Planeta Terra sua sonoridade bem peculiar, cheia de
elementos do glam rock, da música eletrônica e, principalmente, muito sintetizador. Seu terceiro disco, Supernature, de 2005, foi indicado ao Grammy e emplacou o hit “Ooh
La La”. Head First, lançado ano passado, é o último trabalho autoral do Goldfrapp.

Gang Gang Dance, formada no início dos anos 2000 em Nova York, faz uma mistura maluca de elementos do rock e da música eletrônica, com uma pegada bem experimental. Dos cinco álbuns de estúdio lançado pelos caras, Eye Contact, o mais recente, saiu este ano.

Outra atração de peso é o Groove Armada, duo surgido na segunda metade dos anos
1990 em Cambridge, na Inglaterra. Formado por Yorkshireman Andy Cato e Tom
Findlay, o projeto traz a São Paulo o show de Redlight, seu novo disco, que marca a
volta às origens do Groove Armada.

Atrações nacionais


A Nação Zumbi, liderada pelo excelente Lucio Maia, é uma das bandas mais
respeitadas do país e alicerce do movimento manguebeat é um dos destaques nacionais do Planeta Terra. O show dos caras sempre é animado e traz os sucessos desde os anos 1990 até os do último disco, de 2007, Fome de Tudo.

O rapper Criolo, que este ano lançou Nó Na Orelha, seu aclamado primeiro disco de canções, também está escalado no line-up do Planeta Terra. O criador da Rinha dos MCs promete apresentar a mistura de reggae, rap, samba e até bolero que compõem as canções de Nó Na Orelha ao público do festival. Criolo vem com banda completa.

Os outros nomes brasucas são o grupo The Name, que já lançou dois EPs e emplacou
hits como "Can You Dance Boy?" e "Let the Things Go", além de tocar em grandes
festivais internacionais, como South By Southwest, Canadian Music Week e VOV; e o
Garotas Suecas, que se apresenta ao lado da Banda Escaldantes.


Por Anderson Nascimento

Atualizado em 23 Jan 2012.

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