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Por Redação Guia da Semana

Irreverência que vem do Pará

Entre muitas gargalhadas, Fafá de Belém fala tudo sobre o novo CD, além de conversar sobre política e a emoção de cantar para o papa.

Por Humberto Baraldi


Fotos de divulgação

Seja nos bastidores da mídia, na televisão ou mesmo no rádio, quem nunca ouviu as estrondosas gargalhadas daquela paraense que é capaz de levantar o ânimo de qualquer um? Considerada selo nacional de alegria, Fafá de Belém volta a São Paulo e apresenta um novo álbum com composições de ninguém menos que Chico Buarque.

Horas antes de embarcar em uma viagem aos Estados Unidos, a cantora revela, com muito bom humor, ao Guia da Semana o processo de gravação independente do novo trabalho Tanto Mar, comenta sobre a emoção de cantar para o papa e ainda se diz orgulhosa pelo reconhecimento profissional da filha. Para os mais interessados, a rainha do decote também dá uma palhinha sobre a vida pessoal. "Estou solteira. Mas este fato não impede de beijarmos na boca", expõe Fafá, aos risos. ( Visite o site oficial da artista)



Guia: Por que cantar Chico Buarque?
Fafá: Primeiro porque sempre o admirei muito e depois, porque tenho muita intimidade com o repertório dele. O Chico consegue que eu cante o lado mais secreto da minha alma.

Guia: Como foi o processo de gravação deste novo trabalho? O Chico participou?
Fafá: Essa é uma produção pelo selo independente Kaiapó. Na época, nenhuma gravadora aceitou a minha proposta. Elas queriam que eu fizesse uma coletânea. Então, resolvi fazer sozinha. Tudo ficou pronto em cinco meses. O Chico acompanhou algumas gravações e até possui uma participação no álbum.

Guia: Atualmente, você acha que a alternativa é apostar nas gravadoras independentes e em selos próprios?
Fafá: É uma relação mais pé no chão para quem não quer fazer um trabalho passageiro. Em uma grande gravadora, ou você faz o que não quer ou grava independente. Eu optei pela segunda alternativa. Eu apostei nisso. Tudo é difícil. Mas, se minha vida for um mar de rosas, eu enjôo fácil do cheiro (gargalhadas).

Guia: Se considera uma mulher de atitude?
Fafá: Aqui este adjetivo não falta (risos). A atitude marca minha carreira mais do que a música. Sempre lutei muito na vida.

Guia: Você ficou uma temporada em Portugal. Como foi essa experiência? O povo português é receptivo?
Fafá: Acredite, fiz até uma carreira em Portugal. Mas, não me considero internacional. Os portugueses gostam de mim. Eles sempre lotam por onde passo. Para mim, é uma alegria muito grande poder cantar lá e cá.

Guia: Cá para nós, qual foi a sua sensação ao cantar para o papa?
Fafá: Inigualável. Foi a maior emoção da minha vida. Fico arrepiada até hoje.

Guia: Você é religiosa?
Fafá: Sou uma mulher de fé. Sempre gosto de ter uma conversa com o pessoal lá de cima.

Confira mais trechos da entrevista...

Atualizado em 6 Set 2011.

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