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Por Redação Guia da Semana

Quatro rappers internacionais para você escutar e curtir

A mulherada representa quando assunto é rap, tanto no Brasil quanto fora dele.

Erykah Badu (Reprodução)

Nós já te mostramos as mulheres que estão arrasando no rap nacional e agora chegou a vez das gringas, que também não deixam de representar no cenário. Tanto as mais antigas, da década de 1990, como Erykah Badu e Lauryn Hill, até os nomes, como Azealia Banks e M.I.A, mostram que as mulheres não são o sexo frágil e conseguiram conquistar espaço em um meio tão masculinizado quanto o do hip hop. Aproveite para curtir abaixo alguns bons raps feitos por mulheres.

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Erykah Badu

Essa texana de 43 anos foi uma das responsáveis pela reinvenção do soul. Os turbantes coloridos e grandes que ela costumava utilizar fizeram bastante sucesso na época e marcaram bastante a imagem dela por serem tão originais quanto o som que ela fazia.

Ela lançou os álbuns Baduizm e Live, em 1997, Southern Girl, em 1999, Mama’s Gun, em 2000, Worldwide Underground, em 2003, Badu, em 2007, New Amerykah Part One, em 2008, Live, em 2009 e New Amerykah Part Two Return Of The Ankh, em 2010. Ela já ganhou 4 Grammys e foi indicada a outros 15.

Azealia Banks

Ela tem apenas 23 anos de idade, mas já está causando bastante alvoroço no mundo fonográfico. Azalea misturou, assim como outras como Iggy Azalea e Nick Minaj, o hip hop a batidas pop sem perder a originalidade.

Laurun Hill

Laurun Hill estourou na década de 1990 com o The Fugges, banda que também continha Wyclef Jean e Pras Michel. Ela tem 39 anos e recentemente retomou a carreira, que estava parada há algum tempo, e foi duramente criticada. Ela passou pelo Brasil recentemente, mas também não obteve muito sucesso na empreitada.

O melhor de Hill está no passado, em sua carreira solo durante os anos 1990 com os Fugges. Ela já foi indicada onze vezes ao Grammy e levou para casa cinco deles. Escute abaixo seu primeiro e melhor álbum na integra.

Ana Tijoux

Ana é francesa radicada no Chile e começou a carreira com o grupo Makiza, que a tornou famosa na América Latina. Durante a carreira solo ela fez bastante sucesso com o single "1977" e agora ela concorre ao Grammy Latino na categoria de melhor canção urbana com o single Venga, do recentemente lançado álbum de mesmo nome.

Além das músicas da MC serem carregadas de significados políticos pertinentes a América Latina, ela também é elogiada por ter modificado o hip hop latino americano.


Atualizado em 1 Out 2014.

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