Guia da Semana

Para receber e se jogar

Protagonista discreto, o sofá é a peça-chave de qualquer ambiente. Conheça modelos para cada ambiente e dicas de como tirar o melhor proveito

Qualquer pessoa que queira deixar a sala de estar, de televisão ou escritório em harmonia e com um toque pessoal, tem que levar em consideração uma das peças mais importante desses ambientes, o sofá. "O sofá é o móvel mais importante desses espaços. No entanto, por ser grande e volumoso, ele não deve ser chamativo, a não ser que essa seja a proposta", argumenta o decorador de interiores Marcel Steiner.

Para Steiner, além de discreto, o móvel precisa obrigatoriamente ser confortável. Carolina Szabó também reforça essa ideia. "Sofá e colchão são peças que exigem e requerem um maior investimento. Afinal, passamos mais da metade do nosso tempo em casa sobre eles", detalha a decoradora, que estima entre oito e dez anos a vida útil de um móvel de qualidade.

A garantia dessa durabilidade começa no teste do sofá. Não se assuste, estamos falando da avaliação a ser feita na hora da compra, observando a qualidade das partes que compõem o móvel: encosto, braços, base de apoio (onde ficam as molas) e assentos.

Com esses quatro elementos em seus tamanhos ideais e feitos de bons materiais, a escolha do modelo vai do gosto de cada um. No entanto, não adianta pensar apenas na dupla poltrona-sofá. "Um bom sofá dialoga bem comtodos os móveis e acessórios, formando um conjunto harmonioso e adequado ao espaço disponível, pois não adianta o mais belo sofá se ele não respeitar a área de circulação", vaticina Renata Amaral, outra decoradora consultada.

Veja as dicas e avalie as sugestões da vitrine para comprar ou estilizar o melhor sofá para receber suas visitas e se jogar

  • O primeiro passo para comprar um sofá é tirar as medidas do espaço onde o móvel ficará. Ele não pode ficar apertado em cantos ou escorando outros móveis. Para acertar, faça uma planta baixa do espaço e avalie as dimensões máximas da peça, sem esquecer os demais móveis e a área de circulação entre eles.
  • O sofá é um protagonista discreto que precisa de outros móveis de apoio, como poltrona, cadeira de braço e/ou mesa de centro/lateral. No entanto, jogos de sofá com dois e três lugares são coisa do passado.
  • Móveis de linhas clássicas e geométricas, com boa estrutura e acabamento e de cor clara e uniforme, são os modelos de maior durabilidade (entre oito e dez anos) e que compõe melhor com diferentes ambientes. A contrapartida é o preço, a perder de vista.
  • O couro, assim como a camurça, é um revestimento universal e, quando de qualidade, aumenta ainda mais a vida útil do sofá. Dos tecidos naturais, os mais indicados são a sarja paletizada e o algodão cru. Dos sintéticos, suede e ultrasuede. Veludo também funciona, mas não em todos os ambientes e apenas para proprietários com muita personalidade.
  • A resistência do sofá é item fundamental a ser observado. Escritórios e espaços formais pedem estofamento mais rijo, que ajude o visitante a manter uma postura adequada. Já para a casa, o estofado pode ser mais mole, mas não exagere. Com o passar do tempo ele vai amolecer mais, podendo causar problemas na coluna.
  • Cores uniformes e sóbrias são bem-vindas, a não ser que a proposta seja fazer da peça o protagonista do espaço. Se preferir estampas, escolha as de desenho mais fino, como a escama de peixe.
  •  Para deixar o móvel mais chamativo sem investir de forma errônea, use e abuse das almofadas. Outra opção são as capas de sofá. E, definitivamente, franjas e babados estão fora de moda.
  •  Tecidos escuros sujam menos? Mito. A sujeira é a mesma e as sucessivas limpezas desgastam o pigmento escuro de forma mais rápida do que os claros.
  •  Capas protegem, no entanto, escondem o móvel e podem deixar suas linhas desestruturadas, aspecto evitado por muitos. Se optar por elas, o ideal é ter um par e lavá-las a cada seis meses.
  • Sofás com pés muito altos atrapalham o sentar. Já os muito baixos são charmosos, porém podem comprometer as articulações de quem sofre com o senta-levanta. O móvel não deve ser profundo, pois é incomodo às pessoas mais baixas.
  • Atenção com os móveis em L. Eles são ideais para sala de tv, living e ambientes extremamente íntimos e familiares.
  • Quem não gosta de tirar um cochilo no sofá? Se esse for o caso, prefira os que têm braço um pouco acima dos assentos, evitando deixar a cabeça torta.

 

Atualizado em 10 Abr 2012.

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