Guia da Semana

5 Motivos para ver “Velozes e Furiosos 7”

Das manobras impossíveis à luta mais esperada do ano, saiba por que você deve assistir ao sétimo filme da série

Mais um filme da saga Velozes e Furiosos chega aos cinemas nesta quinta-feira (2 de abril), trazendo de volta Dominic Toretto, Letty e até Brian O’Conner.  Já era hora de uma série tão longa mostrar sinais de desgaste, mas, acredite se quiser, o sétimo tem tudo para ser um dos títulos mais fortes até agora.

Seja você um fã incondicional da série ou um leigo completo, saiba por que você precisa conferir “Velozes e Furiosos 7”:

1. Despedida de Paul Walker


O filme, que teve as gravações interrompidas devido à morte de Paul Walker, um de seus protagonistas, faz dessa despedida seu objetivo maior. Desde o início, a história se encaminha para uma separação inevitável, mas a solução não é dramática nem trágica, e sim simples e sensível. No final, dá para sentir a emoção na expressão de Vin Diesel.

2. Carros voadores

“Carros não voam, papai!”, diz o filho de Brian numa das cenas iniciais. Mal sabe ele que, quando se trata de “Velozes e Furiosos”, os carros não apenas voam, como se jogam de penhascos, atravessam arranha-céus e até saltam de pára-quedas, aterrissando com perfeição e velocidade.

3. Perseguições alucinantes


Um filme de ação que se preze não pode ficar sem algumas sequências de perseguição. Aqui, há várias delas, mas duas se destacam: uma, quando os carros da equipe de Toretto cercam um ônibus; outra, quando um drone armado persegue a hacker Ramsey (Nathalie Emmanuel), que salta de carro em carro até se livrar do equipamento.

4. Girl fight!

 

Se você já era fã da Michelle Rodriguez, espere até ver a luta entre ela e Ronda Rousey, a campeã de UFC que estreou como atriz em “Os Mercenários 3”. As duas brigam sobre saltos altos e com vestidos de gala, e destroem todo o cenário com chutes, socos e arremessos. Rodriguez admitiu que saiu do set com alguns roxos, mas nem se importou. É Ronda Rousey, afinal!

5. O nó que faltava

O sétimo filme amarra as pontas soltas deixadas pelo terceiro (“Desafio em Tóquio”), explicando as circunstâncias da morte de Han e da viagem de Dominic ao Japão. Apesar de já haver uma sequência confirmada, o filme poderia muito bem encerrar a franquia, já que fecha todos os ciclos e repete, mais de uma vez, que não haverá mais funerais. 

Atualizado em 9 Abr 2015.

Por Juliana Varella
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